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23 de fevereiro de 2015

Adeptos recebem equipa em euforia após vitória no Estoril

Tratou-se, apenas e só, de uma vitória, é um facto, mas a verdade é que os adeptos da Briosa receberam a comitiva num clima de grande euforia, esta noite, na Academia.

Após o triunfo (2-1) no reduto do Estoril – naquela que foi a segunda vitória dos capas negras na Liga, depois de terem derrotado o Arouca (1-0), na 6.ª jornada, há quase cinco meses -, cerca de meia centena de aficionados dos estudantes saudaram os jogadores e a equipa técnica à chegada à casa-forte do clube.

José Viterbo foi muito acarinhado na chegada a Coimbra

José Viterbo, o treinador que sucedeu a Paulo Sérgio no comando técnico da Académica, foi, naturalmente, um dos mais acarinhados, sendo que, agora, é de todo legítimo pensar-se que será mesmo José Viterbo a continuar a orientar a equipa, quiçá até ao final da época.

O plantel academista volta ao trabalho já esta segunda-feira, com uma sessão marcada para as 10 horas, na Academia, à porta fechada. Aí será dado o pontapé de saída na preparação do encontro frente ao Arouca, referente à 23.ª jornada, e que está agendado para as 16 horas do próximo domingo, no Estádio Cidade de Coimbra.

«É uma alegria muito grande. Os adeptos mereciam esta vitória, tal como este grupo de jogadores, que é magnífico. Se vou continuar? Isso não sou eu que decido, é uma questão que só a Direção pode responder. Este carinho que estou a sentir engrandece-me, é por estes momentos que a Académica é um clube especial. Também eu, no passado, sofri quando as coisas não correram bem, e não peço nada para mim mas sim para os jogadores que merecem todo o apoio. Sim, já falei com o presidente. Mas a única coisa que posso dizer é que amanhã estarei cá para trabalhar», referiu José Viterbo, por entre um mar de adeptos repletos de uma alegria como há muito não se via em Coimbra.





in abola

13 de fevereiro de 2015

Tensão na academia abala futuro do clube

JOVENS PROMESSAS EM ROTA DE COLISÃO COM A BRIOSA

O incidente protagonizado com um extintor – que resultou em danos materiais – por alguns dos jogadores da formação que residiam na academia da Académica e que foram suspensos e impedidos de pernoitar nas instalações vai ter fortes consequências na equipa de juniores e também no futuro do clube.

Dos jogadores que ontem receberam ordem de expulsão da academia, muitos já não regressam. Ao que Record apurou, a decisão do presidente José Eduardo Simões não caiu bem na maioria dos pais e empresários dos atletas, motivando que muitos deles pedissem a desvinculação. Assim, em risco de abandonar Coimbra estão algumas promessas, como João Gomes, Ibrahim, Moussa e Mbala, avançado que, inclusive, já se estreou pela equipa principal, marcando o único golo na visita ao FC Porto, referente à Taça da Liga.

Além disso, esta medida acaba por ser um passo atrás na reestruturação que a Académica vinha fazendo. Alguns dos jogadores que agora estão na porta de saída estavam já inscritos na Liga.

Reações

Contactado por Record, o vice-presidente para a formação, António Figueiredo, admitiu o incidente, embora se tenha mostrado confiante de que o clube irá encontrar a melhor solução. “Apurámos que são três os responsáveis pelos atos, que consideramos impróprios, pelo que deixaremos de contar com eles. Os restantes elementos serão reintegrados”, disse, sem apontar nomes.

Visão bem contrária tem Armando Taborda, representante de dois dos suspensos. “Já informei a Académica que o Ibrahim e o Moussa não regressam. Aliás, posso até dizer que o Ibrahim vai para o P. Ferreira. Se fosse por algumas pessoas, os miúdos teriam dormido na rua. Só o Miguel Ribeiro [n.d.r.: diretor da formação] se preocupou e teve um comportamento digno, porque de resto é inqualificável”, defendeu.

in record 

12 de fevereiro de 2015

Jovens expulsos da academia



GUIA DE MARCHA PARA MAIS 10 JOVENS

Estalou o verniz na academia da Académica. Mais de uma dezena de jogadores da formação, entre juniores e juvenis, receberam ordem de expulsão da academia, local onde pernoitavam. Tudo aconteceu depois de um incidente com um extintor, “brincadeira” que levou José Eduardo Simões a medidas drásticas.

Perante o anúncio do presidente, os jogadores – entre os quais João Gomes, Ibrahim, Moussa e Mbala, que têm trabalhado com os seniores – foram obrigados a deixar as instalações do clube, o que motivou críticas de pais e empresários.

A Record, fonte do departamento de comunicação salientou apenas que este “é um assunto interno da academia, não havendo, por isso, qualquer informação adicional”.

in record 

9 de fevereiro de 2012

Vítor Campos: «Clube não está tão ligado à academia como devia»

Vítor Campos, antigo jogador da Académica e que disputou a final da Taça de Portugal de 1969, defendeu esta quarta-feira uma maior aproximação do clube à academia, depois de a Briosa ter assegurado a sua quinta presença no Jamor.

"O paradigma da Académica mudou muito, na minha perspetiva mudou de mais, embora o clube atual seja hoje um organismo autónomo da Associação Académica de Coimbra, penso que não está tão ligado à academia como devia", disse o médico, antigo extremo dos estudantes.

Aproveitando o apuramento da Briosa para a final da Taça de Portugal, Vítor Campos fez um apelo para que se aproveite "esta circunstância para uma aproximação verdadeira e profícua entre as estruturas, porque todos têm a ganhar com isso".

Para Vítor Campos, "é preciso aproveitar estes momentos de euforia", "para que se revejam posições e para que se abalance a instituição para uma aproximação com a casa mãe, que é benéfica para toda a gente, para a cidade e para a própria Académica, que tem prestígio internacional".

O antigo futebolista recordou que "nas outras finais havia muita componente estudantil na equipa", lembrando que em 1969 a Académica teve "uma participação político-desportiva muito relevante", na contestação ao regime anterior.

Vítor Campos disse ainda que a Briosa tem condições para vencer a final da Taça de Portugal, independentemente do adversário, que será encontrado hoje no encontro entre o Nacional da Madeira e Sporting.

"Teoricamente, o Nacional era melhor para nós, mas o Sporting é um grande clube e, nas finais, tudo pode acontecer", enfatizou o antigo extremo dos "estudantes".

A Académica, histórica vencedora da primeira edição (1938/39), garantiu na terça-feira, ao afastar a Oliveirense, da Liga de Honra, a sua quinta presença na final da Taça de Portugal, 43 anos depois da última vez.