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26 de abril de 2014

Sala de troféus Vasco Gervásio inaugurada

25 de Abril de 2014 é uma data que vai passar a constar nas páginas douradas da História da Académica. A Briosa inaugura a Sala de Troféus há muito desejada pelos sócios e adeptos dos “estudantes” e reúne no mesmo espaço peças de valor incalculável que estão agora disponíveis para serem visitadas por todos os interessados.

A Sala de Troféus Vasco Gervásio é mais um sonho que a Direcção da AAC/OAF cumpre, depois da Taça de Portugal de 2012 e da participação na Liga Europa. 



Por entre as peças que se encontram expostas na Sala de Troféus, destacam-se as Taças de Portugal (1939 e 2012), a Bota de Ouro conquistada por Sérgio Conceição, a Bola de Prata de Manuel António, bolas oficiais dos anos 60, camisolas da Académica que nos recordam grandes jogadores que passaram por Coimbra e também várias taças e troféus que provam a universalidade da Briosa.

Para além disso, encontram-se também expostas peças do antigo treinador da Académica, Fernando Vaz, oferta da viúva D. Sofia, a cedência de peças do retiro do Teórico V, Dr. António Simões, peças de Crispim, António Bentes, Gregório e José Freixo, Rocha, entre outros.

A Sala de Troféus Vasco Gervásio conta ainda com a preciosa colaboração da Universidade de Coimbra e da Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra.

Vasco Gervásio, o “Eterno Capitão”

Vasco Manuel Vieira Pereira Gervásio nasceu na Malveira, vila que pertence ao concelho de Mafra, no dia 5 de Dezembro de 1943, mas foi em Coimbra que viveu grande parte da sua vida, notabilizando-se com uma das grandes figuras da História da Académica.

Gervásio foi médio e capitão da Briosa nos anos 60 e 70, tendo disputado 430 jogos ao serviço da Académica, sendo o segundo jogador com mais jogos pelos “estudantes”. Foi 284 vezes capitão de equipa.

O “Eterno Capitão”, como ficou conhecido, estreou-se pela Académica a 30 de Setembro de 1962 e terminou a carreira a 17 de Junho de 1979 quando João Moreno era, na altura, presidente academista. Foram 17 anos seguidos a representar a Briosa!

Durante o seu percurso como jogador, destaca-se a participação em duas finais da Taça de Portugal: em 1967, jogo que a Académica perdeu por 3-2 com o Vitória de Setúbal, após três prolongamentos, e em 1969, jogo que os “estudantes” perderam por 2-1 com o Benfica, também após prolongamento.

Após ter terminado a carreira de jogador e já com a licenciatura em Direito concluída, Vasco Gervásio treinou a Académica em duas ocasiões, tendo numa delas alcançado a subida à 1ª Divisão. Entre 2002 e 2008 foi Vice-Presidente da Académica. 

in AAC-OAF

9 de fevereiro de 2012

Vítor Campos: «Clube não está tão ligado à academia como devia»

Vítor Campos, antigo jogador da Académica e que disputou a final da Taça de Portugal de 1969, defendeu esta quarta-feira uma maior aproximação do clube à academia, depois de a Briosa ter assegurado a sua quinta presença no Jamor.

"O paradigma da Académica mudou muito, na minha perspetiva mudou de mais, embora o clube atual seja hoje um organismo autónomo da Associação Académica de Coimbra, penso que não está tão ligado à academia como devia", disse o médico, antigo extremo dos estudantes.

Aproveitando o apuramento da Briosa para a final da Taça de Portugal, Vítor Campos fez um apelo para que se aproveite "esta circunstância para uma aproximação verdadeira e profícua entre as estruturas, porque todos têm a ganhar com isso".

Para Vítor Campos, "é preciso aproveitar estes momentos de euforia", "para que se revejam posições e para que se abalance a instituição para uma aproximação com a casa mãe, que é benéfica para toda a gente, para a cidade e para a própria Académica, que tem prestígio internacional".

O antigo futebolista recordou que "nas outras finais havia muita componente estudantil na equipa", lembrando que em 1969 a Académica teve "uma participação político-desportiva muito relevante", na contestação ao regime anterior.

Vítor Campos disse ainda que a Briosa tem condições para vencer a final da Taça de Portugal, independentemente do adversário, que será encontrado hoje no encontro entre o Nacional da Madeira e Sporting.

"Teoricamente, o Nacional era melhor para nós, mas o Sporting é um grande clube e, nas finais, tudo pode acontecer", enfatizou o antigo extremo dos "estudantes".

A Académica, histórica vencedora da primeira edição (1938/39), garantiu na terça-feira, ao afastar a Oliveirense, da Liga de Honra, a sua quinta presença na final da Taça de Portugal, 43 anos depois da última vez.