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19 de julho de 2011

Berger elogia reforços da Briosa

Markus Berger afirmou esta segunda-feira que está preparado para fazer mais uma época de bom nível ao serviço da Académica.
“Quem viu os nossos treinos sabe que estamos a treinar de forma intensa. Gosto de trabalhar assim todos os dias. É muito importante fazermos uma boa pré-época”, observou o central da Briosa, que no centro da defesa vai contar com a concorrência dos reforços Abdoulaye (emprestado pelo FC Porto) e João Real (ex-Naval). “Daquilo que vi, são bons jogadores e vão ser importantes para a Académica”, elogia Berger.
No trabalho diário dos estudantes, continuam a treinar os mesmos 25 jogadores que cumpriram uma semana de estágio no Luso.

14 de maio de 2011

Berger apela à continuidade de Ulisses Morais

Markus Berger é um fã dos métodos de Ulisses Morais. Numa altura em que todos os cenários apontam para a saída do técnico no final da época, o austríaco não tem pejo em deixar um apelo à continuidade do técnico na Briosa, não lhe poupando os elogios.

«Apanhou a equipa num momento muito difícil, não ganhávamos e estávamos mesmo no chão. Fez um trabalho excelente, com todos os jogadores. Só tenho de lhe agradecer por isso. É dos melhores treinadores que conheci na minha carreira. Como um dos capitães, considero que era fundamental, em termos de estabilidade e tranquilidade, que continuasse na próxima época», afirmou o central.

O defesa dos estudantes fez ainda um balanço da época, destacando as dificuldades inerentes ao facto de terem trabalhado com três treinadores, mas vê no último encontro da Liga, em Paços de Ferreira, uma oportunidade para suavizar um pouco os acontecimentos e deixar uma imagem mais positiva. 

«Se ganharmos, faremos os mesmos 33 pontos da época passada. É esse o nosso objectivo. Este jogo de sábado é muito importante para mim, porque não quero ficar no actual lugar (14º). Quero ultrapassar o V. Setúbal e subir um pouco mais na tabela. Além disso, depois de uma época difícil, era bom terminar com uma vitória», expressou.

17 de fevereiro de 2011

Luiz Nunes regressa ao onze

Oportunidade a Luiz Nunes. O treinador José Guilherme está com problemas no eixo defensivo (Amoreirinha e Orlando estão lesionados, enquanto Pape Sow vai cumprir castigo), pelo que o central deverá ser o preferido para ser o parceiro de Berger no centro da defesa.

Será, assim, uma nova dupla de centrais tendo em vista o jogo com o Rio Ave, partida que está a ser encarada com muitas cautelas.

Os estudantes atravessam um ciclo de menos fulgor, com José Guilherme à procura ainda da primeira vitória na Liga.

Leia mais na edição impressa de A BOLA 

Nota de rodapé: A dupla Luiz Nunes/Berger já alinhou 90m no jogo da 17J - Olhanense - Académica (2-1), jogo em que o Pape Sow cumpriu igualmente um jogo de castigo por ter sido expulso na 16J frente ao Benfica.

17 de janeiro de 2011

2010/11 - 16J - Académica 0 - Benfica 1: Mau espectáculo de futebol, com a vitória a sorrir ao Benfica.

Académica 0 - Benfica 1
Liga Zon Sagres - 16J
Estádio Cidade de Coimbra
16-01-2011 - 20:15

Académica: Peiser, Hélder Cabral, Berger, Pape Sow, Pedrinho, Diogo Melo, Bischoff, Diogo Gomes, Diogo Valente (Laionel 78'), Miguel Fidalgo (Luiz Nunes 39'), Sougou (Júnior Paraíba 81')



Suplentes: Ricardo,  Sissoko, Éder, Pedro Costa

Treinador: José Guilherme

Benfica: Roberto, Rúben Amorim (Maxi Pereira 87'), Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Gaitán, Airton, Carlos Martins (Pablo Aimar 66'), Salvio, Cardozo, Saviola (Jara 81')

Suplentes:  Júlio César, Filipe Meneses, Sidnei, Weldon.

Treinador: Jorge Jesus


Ao Intervalo: 0-1
Marcadores: Saviola 19'

Árbitro: Elmano Santos
C.A.: Bischoff (16m), Hélder Cabral (19m), David Luiz (29m), Fábio Coentrão (34m e 90m)
C.V.: Pape Sow (35m) Coentrão (90m)

Espectadores: 13.264

Crónica

MF: A vitória encarnada pintou-se com cores graves e uma Mancha enorme. Será o triunfo da capacidade de sofrimento, dirá Jorge Jesus. Talvez. Fica, para a história, uma arbitragem fraquíssima e uma Briosa do tamanho do Mundo. O Benfica foi perdulário e ganhou pela margem mínima. Suficiente, apenas.

A Académica entrou em campo com protestos pelo Metro do Mondego. Causa nobre, desde logo associada a outro protesto, com meros 19 minutos de jogo. Desta vez, contra um metro de Saviola, a medida estimada do fora-de-jogo no primeiro golo encarnado.

As contas são feitas por alto, mas não restam a mínima percentagem de dúvida, quanto à posição do Conejo no momento do remate de Cardozo. Bola parada, auxiliar no enquadramento do lance, erro gravíssimo e incompreensível.

A bola disparada pelo Tacuara desviou no corpo do argentino (parece braço, mas involuntário) e entrou. Sexto jogo consecutivo de Saviola a marcar! Não fosse a indesejada intromissão de Elmano Santos nos momentos decisivos, reclamaria maior protagonismo.

Um meio cheio de nada

Até aqui, assistira-se a um duelo interessante. O Benfica comprovava o bom momento com uma entrada forte, um futebol alegre e ofensivo. A Briosa depositava todas as esperanças num belo trio de ataque, procurando disfarçar a disparidade de qualidade na comparação com os restantes sectores.

A meio-campo, nada. Airton parecia ter engatado uma mudança mais baixa, em relação aos seus companheiros. Diogo Melo e Bischoff faziam ainda pior, cavando igualmente um fosso para a respectiva defesa. Ou seja, quatro para quatro quando o Benfica atacava, três para três ou quatro nas respostas estudantis.

A chave do encontro seria esta, pensou-se. Mas Elmano Santos estragou a festa, uma vez mais. Vítor Pereira vê um jogo mau a cada fim-de-semana. Entre Alvalade e Coimbra, 24 horas apenas, vimos duas. Péssimas.

Chutos e pontapés na lei do juíz

A equipa de arbitragem, num jogo com vários condimentos de real interesse, entrou numa espiral de erros e não conseguiu evitar a tal sensação de compensação. Fábio Coentrão, por exemplo, viu um amarelo por simular um penalty que realmente sofreu. Mais um lance capital.

À terceira, o benefício da dúvida. 37 minutos. Bola pelo ar no centro do terreno e Pape Sow, com a cabeça não se sabe onde, salta estapafurdiamente com o pé à altura dos ombros de Cardozo. Foi lá que acertou, ou o resultado seria dramático. Cartão vermelho. Medida dura e penalizadora em termos desportivos, aceitável na análise disciplinar.

Assim, passou-se uma parte a pensar no juiz, desejavelmente discreto. Esqueceu-se a brilhante defesa de Roberto, quando Fidalgo ameaçou verdadeiramente o empate, esqueceu-se a raça de Diogo Valente à esquerda, mais um punhado de oportunidades falhadas do Benfica.

Mancha enorme na sonolência encarnada

A etapa complementar prometia espectáculo vermelho. A equipa de Jorge Jesus gozava um belo momento, a Académica estava reduzida a dez e José Guilherme tirara o goleador Fidalgo para recompor a defesa. E então, o velho Benfica, aquele dos maus momentos, relaxado e arrogante.

Alicerçada num ataque com dois extremos rapidíssimo, mais dois médios com pontapé forte, a formação local conseguiu assustar a Bela Adormecida, confortavelmente iludida. Em dois minutos (68 e 69), o 1-1 ficou à distância de centímetros, com um poste pelo caminho. Jesus esbracejava, fazia tocar o despertador.

Agressivo, antes apático, o onze (terminaria com dez, Coentrão expulso ao minuto 89) encarnado cheirou o segundo golo. Luisão atirou ao poste, Cardozo falhou vários, tantos que a vitória parecia garantida sem nunca o ser.

A incerteza perdurou até ao apito final, o tal som que ecoou com desacerto ao longo da noite. Pelo meio, mais bases para um eventual castigo máximo, por mão na bola na área da Académica.
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AAC- OAF: A Académica perdeu este domingo com o Benfica por 1-0 numa partida que marcou o arranque da segunda volta do campeonato. Os "estudantes" exibiram-se em bom nível mas o golo irregular de Saviola, aos 19 minutos, acabou por selar o destino da partida. Na etapa complementar, apesar dos esforços da equipa da casa, que teve várias oportunidades para empatar o jogo, a Académica não conseguiu atingir os seus objectivos e perde em casa com os actuais campeões nacionais.

A Briosa até entrou bem no encontro, tendo mostrado grande segurança e foi numa altura em que nada o fazia prever que Saviola iria fazer, de forma completamente irregular, o único golo do jogo. Cardozo, aproveitando um livre à entrada da área, rematou à baliza de Peiser mas, pelo meio, a bola iria bater em Saviola que estava em fora de jogo e, para além disso, o golo encarnado foi marcado com o... braço.

A Académica, que até então estava a ser uma equipa bastante segura e organizada, via-se em desvantagem no marcador através de um golo irregular que acabou por ter uma importância decisiva no desenrolar da partida.

Após o tento de Saviola, a Briosa não se desorganizou e continuou a mostrar bom futebol, conseguindo por várias vezes chegar com perigo à baliza defendida por Roberto. No entanto, aos 36 minutos, nova contrariedade... Habib levou o cartão vermelho directo após entrada sobre um jogador adversário e seguiu o caminho dos balneários. Com a expulsão, José Guilherme não perdeu tempo e viu-se obrigado a lançar Luiz Nunes para o lugar de Miguel Fidalgo.

O intervalo chegou com o 0-1 no marcador mas na etapa complementar quase só deu Briosa. Por várias vezes, a Académica esteve perto de marcar mas a verdade é que a pontaria dos avançados dos "estudantes" não foi a melhor. Primeiro foi Diogo Valente a não chegar a tempo do cruzamento tirado por Sougou e depois foi Amaury Bischoff que, de fora da área, atirou ao poste da baliza do Benfica quando o golo parecia o mais certo...

A Académica nunca desistiu de tentar chegar ao empate e, apesar de estar com menos um na partida, criou bastantes dificuldades à equipa de Jorge Jesus. Aos 84 minutos, Rúben Amorim tirou o pão da boca de Laionel e já na parte final foram várias as oportunidades que a Briosa dispôs...

O apito final chegou com o triunfo encarnado mas com a certeza de que, com um pouco mais de eficácia, a Académica não poderia ter chegado ao empate como até perseguir a vitória...



Destaques

Saviola: números que impressionam

Sexto jogo consecutivo a marcar. Nos últimos nove jogos, apontou...nove golos! Nesta sequência fez, aliás, mais do quadruplo do que tinha feito até então, pois o registo ficava-se pelos dois tentos. Mesmo que esta noite tenha festejado num lance irregular e tenha estado apagado no resto do encontro, o pecúlio recente é de assinalar. Está na melhor fase da época.

Fábio Coentrão, sem fugir à rotina

Vai falhar o jogo com o Olhanense, para a Taça da Liga, e fará, certamente, muita falta ao Benfica. O epíteto de defesa apenas ganha forma na consistência que consegue dar ao seu flanco, pois é uma autêntica seta apontada à baliza contrária. Apareceu na área como um autêntico extremo e não deu veleidades na defesa. Tem sido quase sempre assim. Porém, mesmo que no primeiro amarelo até pareça derrubado por Diogo Melo, entrou de forma intempestiva sobre Bischoff e viu o segundo. Assim, não só falha o duelo com os algarvios, como mantém os quatro cartões amarelos com que iniciou a ronda.

Salvio, um pouco menos brilhante

Se Coentrão desequilibra pela esquerda, no flanco oposto, os ataques têm, quase sempre, a assinatura do argentino. Mesmo tendo estado uns furos abaixo de exibições recentes, conseguiu dar um ar da sua graça, num par de arrancadas naquele estilo desconcertante, em que a bola parece estar sempre mais longe do que perto. Vai passando, vai cruzando, vai somando pontos. E o Benfica vai agradecendo.

Diogo Gomes: esperança bateu no poste

Nem se pode dizer que tenha realizado um jogo brilhante, mas temporizou o futebol da Académica como Bischoff nunca conseguiu fazer e teve o azar a bater-lhe à porta. Ou no ferro. O remate que quase devolvia a esperança aos estudantes passeou na linha de golo e mais não ousou. Nunca o golo esteve tão perto.

Diogo Valente e Hélder Cabral: pela esquerda a direito

A ala esquerda dos estudantes destacou-se, claramente, da contrária. Culpa de um Hélder Cabral atrevido e de um Diogo Valente que desenhou os melhores lances da Académica. A expulsão de Pape Sow condicionou muito o futebol da equipa de José Guilherme que perdeu a referência na área. E com Sougou amarrado, foi do outro lado que chegaram os espasmos. Curiosamente, a «Briosa» até fica mais perto de marcar num lance pela direita, em que a defesa encarnada foi apanhada em contra-mão e Diogo Valente não marca por centímetros.

Opiniões

José Guilherme:



«As impressões são positivas. Fizemos um jogo óptimo, mas estamos tristes por não ter ganho. Tivemos muita qualidade e organização. Jogar contra o Benfica não é fácil, ainda para mais com dez. Tivemos oportunidades de golo, mas não conseguimos. Foi um jogo positivo.»

Que opinião tem sobre lances que causaram dúvida?

«São acontecimentos do jogo. A nós cabe-nos treinar o melhor possível. Sabemos que isto acontece de forma regular, os árbitros podem falhar aqui e ali. Mas temos de olhar para a frente, isso são coisas que acontecem.»

Sem Nuno Coelho, Orlando e Hugo Morais a equipa ressentiu-se?
«Jogámos com estes 11 e fizemos esta exibição. Estes deram resposta positiva.»

Jorge Jesus:



«Voltámos a entrar forte no jogo e até à expulsão fomos a única equipa que criou perigo. Na primeira parte, a Académica não causou perigo, nem com 11, nem com dez. Na segunda parte, quando tínhamos mais um jogador, a equipa pensou que as coisas ficassem mais fáceis e permitimos algumas saídas da Académica. Quando se está a vencer por 1-0 o adversário pode marcar numa só jogada, ou numa bola parada ou num remate de fora da área, como aquele lance ao poste. O Benfica mereceu vencer, mas se me perguntar se podíamos ter feito melhor, podíamos. É verdade que a equipa não esteve fresca, foi o terceiro jogo em que meti os mesmos jogadores. Arrisquei em não mexer muito. Agora, senti, e tenho a convicção que, na quarta-feira, com o Olhanense, para Taça da Liga, muitos destes jogadores vão ter de dar lugar a outros, porque estão a começar de ter fadiga muscular.

Mantém distância para o porto e ganha vantagem ao terceiro. Que analise faz?

«Queríamos vencer independentemente dos rivais, nem sabíamos o resultado do rival que vai à frente, mas sabíamos do Sporting. Estamos a oito pontos do terceiro, mas tudo é possível, o Sporting ainda tem hipótese de recuperar para o segundo lugar, para o primeiro já tenho algumas dúvidas. Ou melhor, não tenho nenhumas. Sabíamos que estes dois jogos eram fundamentais e vamos para uma luta com o primeiro classificado.»

Ainda espera mais jogadores?

«Já temos mais um, o Jardel. Todas as equipas estão sujeitas a modificações e o Benfica também.»

Jorge Jesus, treinador do Benfica, em declarações na sala de imprensa, no final da vitória sobre a Académica, por 0-1:

«Neste final de primeira volta, início de segunda, era fundamental conseguir duas vitórias. Hoje entrámos muito fortes e estivemos bem até ao golo. Depois da expulsão a equipa deixou de estar tão concentrada, pensou que o jogo ficasse mais fácil. Na primeira parte a Académica praticamente não criou perigo e nós tivemos varias oportunidades de baliza aberta. Tivemos o Carlos Martins e Salvio na cara do golo. Ao intervalo podíamos estar a ganhar por mais. Na segunda parte, a Académica criou-nos algumas dificuldades. Mas eu sabia que a equipa não ia estar tão fortes na segunda parte. Fizemos três jogos consecutivos, sempre com os mesmos jogadores. Tivemos algumas dificuldades para aqueles jogadores mais levezinhos fazerem a diferença. Mas jogámos o suficiente para levar de vencida a Académica.»

[Sobre a arbitragem] «Houve vários lances polémicos, mas o Benfica era a única equipa que merecia vencer e venceu. Aconteceram alguns problemas de critério de arbitragem que não põem em dúvida a vitória do Benfica.»

[Sobre a sequência de jogos depois da paragem do campeonato] «O Benfica não se pode queixar da paragem. Vínhamos num crescendo, começamos o ano com vitórias consecutivas, fomos vencendo. A paragem não fez mal nenhum, pelo contrário, tem dado cada vez mais confiança, para enfrentar esta segunda volta. Esta noite, o Benfica foi menos eficaz. Tivemos a bola do Carlos Martins e do Salvio que são 90 por cento de golo. Às vezes não há tanta eficácia, mas também não foi por aí. A equipa não foi tão fresca como nos outros jogos.»

Berger, defesa da Académica, comentou desta forma o desaire caseiro frente ao Benfica. Saviola marcou o único golo do encontro realizado no Estádio Cidade de Coimbra:

«Sofremos um golo e depois, com menos um jogador, foi mais difícil. Mesmo assim, tivemos várias oportunidades para fazer o golo. O Benfica é mais forte que, com onze jogadores, a Académica podia ganhar o jogo. Foi injusto, porque o Bischoff até atirou ao poste. Precisámos de mais tranquilidade nesses momentos. Não vi o lance da expulsão do Pape Sow, portanto não posso comentar. Demonstrámos a toda a gente que estamos fortes.»

Pedrinho, defesa da Académica, comentou desta forma o desaire caseiro frente ao Benfica. Saviola marcou o único golo do encontro realizado no Estádio Cidade de Coimbra:

«Foi um jogo difícil para nós, sobretudo depois do Benfica marcar um golo e ficar em superioridade numérica. Penso que fizemos uma grande segunda parte e podíamos ter chegado ao golo. Merecíamos mais um pouco, pela atitude e organização. Merecíamos um pouco mais de sorte no remate do Bischoff ao poste e naquele cruzamento do Sougou em que o Diogo chegou atrasado. O golo? Ainda não vi o lance, mas pareceu-me que o Saviola está em fora-de-jogo, até porque eu estava em linha com o Berger e o Bischoff. Ele estava à nossa frente.»

Diogo Gomes, médio da Académica, depois da derrota frente ao Benfica (0-1), na 16ª jornada da Liga, em declarações à SportTV:

«Foi um jogo complicado. A expulsão e o golo sofrido atrapalharam tudo. Mas estamos de parabéns pelo que trabalhámos e foi pena que não tenhamos conseguido o empate.»

[Série de maus resultados] «Estamos a treinar forte e bem, e vamos tentar melhorar ainda mais. Temos aí o jogo com o Olhanense, que queremos vencer.»

[Sobre o seu regresso ao onze] «Trabalho todos os dias para ser titular. Agora, quero manter esta regularidade para continuar na equipa.»


Briosos um a um

Peiser 6
Respondeu sempre bem, tanto em remates - alguns à queima-roupa - como em cruzamentos. É guardião para uns patamares acima.

Pedrinho 5
Dificuldades na primeira parte para segurar Gaitán, tendo também de suportar a avalancha Coentrão. Reagiu com esforço, abstraindo-se de atacar.

Berger 6
Frieza austríaca na abordagem aos lances, mas com um vigor bem latino, foi um dos melhores. É ele um dos responsáveis pela noite não de Saviola.

Pape Sow 1
Confundiu agressividade com violência e foi expulso, obrigando a equipa a jogar quase uma hora com menos um. Não se entende o descontrolo, porque até estava a jogar bem...

Hélder Cabral 5
Começou por dar nas vistas no ataque, tarefa de que cedo abdicou para (tentar) controlar Salvio. Alguns erros, sem causar mossa à equipa.

Diogo Melo 5
Foi útil na cobertura defensiva. Ajudou também na saída para o contragolpe, embora aí nem sempre tenha tomado as melhores decisões.

Diogo Gomes 6
Se jogar só com dez não se notou, isso deve-se em boa medida ao médio brasileiro. Agressivo e versátil, foi recuperador e também criador.

Bischoff 6
Recuperado por José Guilherme, que ontem lhe entregou a titularidade pela primeira vez na Liga, o médio ex-Arsenal foi um trabalhador e ainda teve lances de classe, como o tiro ao poste (68').

Sougou 5
Só na segunda parte conseguiu com maior frequência fugir a Coentrão. Num dos seus raides, Valente chegou atrasado por pouco...

Diogo Valente 6
Ágil, irreverente, com finta curta e cabeça levantada, foi ele a figura do ataque da Briosa. Isolou Miguel Fidalgo num lance genial e falhou o empate por pouco (68').

Miguel Fidalgo 4
Num dos seus movimentos à homem-golo, desmarcou-se bem e isolou-se, a passe de Valente, mas atirou contra o corpo de Roberto. Saiu por razões estratégicas.

Luiz Nunes 6
Um sem-número de desarmes e cortes na hora H.

Laionel 4
O herói da Luz não repetiu o feito.

Júnior Paraíba 4
Tentou investir pela direita, sem sucesso.

Lances-chave

10' Carlos Martins aquece o pé direito rematando de fora da área. A bola passa muito perto da barra.

14' Saviola aproveita o espaço concedido pelo adversário na direita e cruza para a cabeça de Fábio Coentrão, mas o lateral-esquerdo deslumbra-se e faz o mais difícil, rematando de cabeça por cima.


19' 0-1. Golo do Benfica!

Dupla falta e KO -A Académica levou um soco no estômago aos 19' e viu-se e desejou-se para voltar ao jogo. Na marcação de um livre cobrado com violência por Cardozo, Saviola, em fora-de-jogo, toca na bola com o braço e esta anicha-se no fundo das malhas de Peiser. Uma dupla falta que passou em claro a Elmano Santos e aos seus auxiliares, mas não aos jogadores da Académica, que a partir desse momento sentiram que a partida estava muito, muito mais complicada. Os anfitriões reagiram na parte final do desafio, mas os estragos já tinham sido feitos. O golo irregular de El Conejo acabou por limitar o desempenho dos jogadores da Académica, que tudo fizeram para conquistar pelo menos um ponto em condições muito adversas.


24' Fábio Coentrão rompe pela esquerda, cruza rasteiro, Cardozo chega ligeiramente atrasado e, Salvio, ao segundo poste e com a baliza completamente escancarada, acerta nos painéis publicitários...

27' Lance rápido da Académica: Rúben Amorim falha a intercepção, e Miguel Fidalgo aparece isolado, mas assusta-se com a dimensão de Roberto e permite a intervenção do guardião benfiquista.

29' Nova investida pela esquerda de Coentrão; Cardozo, em desequilíbrio, remata ao lado.

44' Carlos Martins e Cardozo fabricam um lance sensacional sobre a direita, e o internacional português, só com Peiser pela frente, tenta finalizá-lo com um chapéu, mas falha o alvo.

50' Fábio Coentrão dá um nó cego a Sougou e cruza para a área; Cardozo estica-se até ao limite e atira de cabeça por cima.

52' Saviola baila à frente de Hélder Cabral e cruza para a área: Gaitán tenta o desvio de cabeça, mas o remate é tão suave que Luiz Nunes sacode a bola da sua área sem dificuldades.

60' Diogo Valente aponta um canto tenso, Roberto sacode bem.

62' Após canto de Carlos Martins, Gaitán aproveita a sobra e remata, à entrada da área, por cima.

68' Lance rápido de Sougou sobre a direita - deixa para trás Coentrão e David Luiz - com cruzamento rasteiro, mas Diogo Valente não consegue fazer o desvio para a baliza de Roberto.

69' Bischoff aproveita uma desatenção da defesa do Benfica e, à entrada da área, atira ao poste.

73' Aimar bate um canto na esquerda, Luisão sobe e atira de cabeça, também ao poste.

77' Canto de Gaitán no lado direito, Aimar penteia a bola, e Luiz Nunes evita o golo.

90'+2' Na cobrança de um livre no meio-campo, Diogo Gomes coloca nas mãos de Roberto.

Minuto a minuto

90+3' Final da partida.
90+2' Livre lateral para a Académica ainda longe da baliza de Roberto. Peiser junta-se aos companheiros na área adversária. Do lance nada resulta.
90+1' CARTÃO VERMELHO para Fábio Coentrão, por acumulação de amarelos.
Vão-se jogar mais 3 minutos de compensação.
Os adeptos da casa tentam puxar pela Académica para um esforço final. José Guilherme manda subir a sua equipa.
87' SUBSTITUIÇÃO NO BENFICA. Sai Rúben Amorim para a entrada de Maxi Pereira.
83' Junior Paraíba liberta-se na direita e centra tenso para a pequena área, com a defesa do Benfica a resolver.
A Académica defende muito atrás e, mesmo em desvantagem no marcador, explora o contra ataque.
81' SUBSTITUIÇÃO NA ACADÉMICA. Sai Sougou e entra Júnior Paraíba.
81' SUBSTITUIÇÃO NO BENFICA. Javier Saviola dá o lugar a Franco Jara.
José Guilherme aposta no atleta que resolveu o jogo da primeira volta, no Estádio da Luz, com um golo já ao cair do pano.
76' SUBSTITUIÇÃO NA ACADÉMICA. Sai Diogo Valente para a entrada de Laionel.
73' Canto levantado por Aimar do lado esquerdo do ataque com Luisão, ao segundo poste, a cabecear ao ferro. No seguimento do lance, Cardozo dispara fraco e Peiser afasta sem dificuldades.
71' Livre indireto dentro da área, a favor do Benfica depois de um atraso de Diogo Gomes, com Peiser a agarrar a bola. Na cobrança, Cardozo dispara contra a barreira.
69' Bischoff recebe a bola em zona frontal, liberta-se de dois adversários e remata forte. A bola embate com estrondo no poste esquerdo de Roberto, cruza a linha de golo e sai pela linha final.
68' Sougou consegue ganhar a David Luiz na direita e sem oposição centra tenso. A bola cruza a área sem que ninguém consiga desviar
68' SUBSTITUIÇÃO NO BENFICA. Sai Carlos Martins para a entrada de Pablo Aimar.
66' Carlos Martins, depois de um bom lance individual, centra para a pequena área. Cardozo cabeceia mas a defesa academista corta em cima da linha.
61' Na sequência de um canto do lado direito do ataque encarnado, a bola é cortada para a entrada da área onde surge Gaitán a rematar muito por cima.
Mesmo reduzida a 10 elementos, a Académica procura explorar algum relaxamento do Benfica para tentar o empate.
59' Diogo Valente conduz a bola pelo centro do terreno e serve Diogo Gomes. O brasileiro tenta a meia distância, mas a bola é desviada pela defesa encarnada.
53' Saviola ganha a Hélder Cabral no lado direito e cruza para o interior da área, onde surge Gaitán em boa posição. O argentino cabeceia e a bola leva selo de golo, mas Luiz Nunes salva em cima da linha.
52' Na sequência de um livre lateral, Carlos Martins levanta ao poste mais distante. Luisão sem oposição não consegue desviar para o interior da área.
49' Coentrão "senta" Pedrinho junto à linha final e centra para o interior da área, onde surge Cardozo a cabecear por cima.
45' Começa a segunda parte. Sai o Benfica.
A claque da Mancha Negra exibe faixas alusivas à situação do Metro Mondego: "Os adeptos da Lousã e Miranda merecem um metro para apoiar a Briosa. Coimbra precisa de mais mobilidade. Portugal não é só Lisboa e Porto
As duas equipas sobem ao relvado sem alterações no onze.
É prestada homenagem a Tiago Alves, judoca da Associação Académica de Coimbra falecido em Julho do ano passado, com os seus pais a subirem ao relvado e a receberem um cartão de sócio da Académica. A homenagem termina com o aplauso geral vindo das bancadas do Estádio Cidade de Coimbra.
Com uma exibição dominadora, o Benfica vence, ao intervalo, a Académica por 1-0. A primeira parte fica ainda marcada pela expulsão do central senegalês Habib. 

Intervalo

45+2' Termina a primeira parte.
45' Vão se jogar mais dois minutos na primeira parte.
43' Cardozo isola Carlos Martins, em excelente posição, o internacional português tenta o "chapéu" a Peiser, mas a bola sai por cima da baliza academista.
José Guilherme procura equilibrar a equipa táticamente, abdicando do único ponta de lança. As despesas atacantes ficam agora a cargo de Diogo Valente e Sougou.
39' SUBSTITUIÇÃO NA ACADÉMICA. Sai Miguel Fidalgo para a entrada de Luíz Nunes.
36' CARTÃO VERMELHO para Habib. Num lance aéreo com Cardozo, o central da Académica atinge o paraguaio no peito com o pé.
34' CARTÃO AMARELO para Fábio Coentrão. O internacional português tentou "cavar" o penalti.
31' Carlos Martins encontra Cardozo sozinho dentro da área da Académica, mas o avançado mais uma vez não consegue bater Peiser.
30' A Académica dispõe de um livre em zona frontal, mas na conversão Hélder Cabral atira contra a barreira.
29' CARTÃO AMARELO para David Luíz.
28' Mais uma vez Fábio Coentrão aparece dentro da área, atrasa para Cardozo, mas o paraguaio remata às malhas laterais da baliza de Peiser.
26' Diogo Valente trabalha bem no meio campo, isola Miguel Fidalgo, que na cara de Roberto não consegue empatar a partida.
23' Coentrão aparece com espaço no lado esquerdo do ataque encarnado, entra na área e faz um crzamento tenso para o segundo poste, onde aparece Salvio a falhar o segundo do Benfica.
O Benfica materializa com um golo o domínio verificado nestes 20 minutos iniciais.

18' GOLO DO BENFICA. Na conversão de um livre direto, Cardozo remata forte, a bola é desviada por Saviola e engana Peiser. Os jogadores da Académica ficam a pedir mão do argentino.
17' CARTÃO AMARELO para Bischoff.
14' Boa jogada coletiva do ataque benfiquista. Saviola recebe a bola na direita, já dentro da área, e cruza para o cabeceamento de Fábio Coentrão, que sai ligeiramente por cima da baliza da Académica.
12' Gaitán faz um bom passe para Cardozo, o paraguaio isolado foi lento e Hélder Cabral cortou para a linha final.
9' Carlos Martins, do meio da rua, disfere um pontapé fortíssimo que não passa longe da trave da baliza de Peiser.
8' Grande lance individual de Hélder Cabral, o lateral dá um nó cego em Salvio, cruza para o segundo poste, onde se encontrava Diogo Valente, mas o extremo já estava em posição irregular.
6' Pedrinho faz um cruzamento largo para o lado esquerdo, onde estava Diogo Valente, mas o extremo academista remata de primeira muito por cima da baliza de Roberto.
3' Salvio do lado direito do ataque benfiquista cruza para o interior da área, mas Peiser primeiro, e Pedrinho depois, aliviam o perigo da área da Briosa.
0' Início da partida. Sai a Académica.

A claque da Académica, Mancha Negra, exibe uma faixa de apoio à Briosa com a mensagem: "A formar homens desde 1887".
As três equipas sobem ao relvado, faltando poucos instantes para rolar a bola no Cidade de Coimbra.
MC M, artista de hip hop conimbricense, atuou no relvado do Estádio Cidade de Coimbra, interpretando o tema "Tudo Isto é Coimbra".

No outro jogo da noite, o Porto recebeu e venceu a Naval por 3-1, colocando pressão sobre os pupilos de Jorge Jesus.

Relativamente ao último onze que defrontou o Paços de Ferreira, José Guilherme promove duas alterações, saíndo Hugo Morais e Sissoko para a entrade de Diogo Gomes e Bischoff.

A visita do atual campeão nacional trouxe muito público ao Estádio Cidade de Coimbra, naquela que será com certeza a melhor assistência da temporada, até ao momento.


Árbitro

Árbitro: Elmano Santos (AF Madeira) - nota 0

Golo irregular e um penálti por assinalar  - Num encontro marcado por diversos erros do trio de arbitragem, o Tribunal de O JOGO é unânime em condenar Elmano Santos no lance do único golo do jogo, por fora-de-jogo de Saviola. O trio também considera que havia motivo para a marcação de um penálti a favor do Benfica por mão de Bischoff dentro da área, sendo que Jorge Coroado e Pedro Henriques ainda descortinam mais um penálti não assinalado sobre Coentrão.

Momento mais complicado

19' No golo apontado pelo Benfica, existe alguma irregularidade no envolvimento de Saviola no lance?

Jorge Coroado -
Saviola, no momento da execução do livre, já estava bem adiantado relativamente aos penúltimos defensores. Porque a regra na Madeira deve ser diferente, o assistente Sérgio Serrão não descobriu o fora-de-jogo e validou um golo irregular, dando azo a uma advertência por protestos por ele fomentados.

Pedro Henriques -
Existe um fora-de-jogo no lance do golo do Benfica. No momento em que a bola parte da execução do livre, Saviola está adiantado em relação ao penúltimo defensor e a bola, ao tocar nele, faz com que o avançado encarnado tome parte activa do jogo. Golo mal validado.

Paulo Paraty -
O golo não devia ter sido validado, pois Saviola encontra-se em posição de fora-de-jogo no momento em que o livre é batido por Cardozo. O facto de a bola lhe bater no braço parece-me perfeitamente acidental.

Outros casos

34' Coentrão choca com Diogo Melo na área da Académica. Houve grande penalidade?

35' Justifica-se a exibição de cartão vermelho directo a Sow pela entrada sobre Cardozo?

70' Peiser agarra uma bola vinda de um companheiro. Justifica-se o livre indirecto assinalado?

75' O cruzamento de Salvio é cortado pelo braço de Bischoff dentro da área. Há motivo para penálti?

Jorge Coroado
- Fábio Coentrão foi tocado na perna pelo joelho do adversário. O penálti existiu, e não havia razão para a advertência efectuada ao jogador encarnado.
+ Decisão acertada. Sow teve conduta violenta projectando o pé em direcção ao peito de Cardozo.
+ Luiz Nunes, a quem a bola foi endossada, deixou que esta passasse na direcção de Peiser. Este não podia segurá-la com as mãos. Livre bem marcado.
- Bischoff estendeu o braço direito objectivamente na direcção da bola. A grande penalidade existiu, só o árbitro é que não a viu.

Pedro Henriques
- Lance de difícil análise pela forma como Coentrão cai no chão. Porém, com recurso às repetições vê-se que existe um toque que acaba por derrubá-lo.
+ Sow é correctamente expulso por falta grosseira, ou seja, usou de força excessiva e brutalidade sobre Cardozo na disputa da bola.
+ Peiser tocou na bola com as mãos depois de esta ter sido pontapeada deliberadamente para ele por um colega de equipa.
- Bischoff tocou a bola com a mão, dentro da sua área, de forma deliberada. A infracção era passível de grande penalidade.

Paulo Paraty
+ Lance muito difícil de avaliar. Há de facto contacto, mas não se consegue avaliar se é Coentrão que o promove ou não. Dou o benefício da dúvida ao árbitro.
+ Decisão correcta. Sow foi protagonista de uma acção grave e não restava outra solução a Elmano Santos.
+ A bola é deliberadamente passada para trás. Ela chega ao guardião, sem intervenção de mais ninguém, e este joga-a com a mão. Aceito a decisão.
- Havia razão para a marcação de grande penalidade. No mínimo, Bischoff usa o braço para criar volume.
Apreciação global

Jorge Coroado
Actuação à medida do árbitro e da equipa de arbitragem, o que equivale a dizer cumprida de forma pouco rigorosa

Pedro Henriques
Um jogo intenso, com diversas ocorrências e situações de difícil análise, onde a equipa de arbitragem nem sempre acertou nas suas tomadas de decisão

Paulo Paraty
Foi um jogo ingrato, com alguns lances de avaliação difícil para a equipa de arbitragem. Falhou alguns importantes, mas não beneficiou dos mesmos meios que eu para avaliar cada caso.

3 de janeiro de 2011

Berger de regresso

Quase dois meses depois, Berger está de volta. Enquanto esteve ausente equipa perdeu duas vezes e sofreu 10 golos. Lesões de Amoreirinha e Orlando levam clube ao mercado.

Eis o regresso por muitos esperado. Markus Berger está recuperado de uma lesão no joelho esquerdo e pode ser opção para a recepção ao Paços de Ferreira, naquela que será a última jornada da primeira volta da Liga.

Depois de quase dois meses afastado dos relvados, o número 5 da Briosa está pronto para regressar à equipa e fintar algo a que nunca esteve habituado.

É que, ao longo da carreira, Berger nunca teve lesões graves e desde que chegou à Académica sempre demonstrou ser um atleta de grande entrega e espírito de sacrifício. Porém, o dia 13 de Novembro de 2010 foi mesmo de azar para o austríaco.

Tudo aconteceu nos últimos instantes da partida com o Sporting. Berger sentiu uma dor no joelho esquerdo, dando sinal para o banco de que não estava em condições.

A lesão impedia-o de completar esse mesmo jogo, bem como o colocava inactivo para as semanas futuras.

Ainda assim, as suspeitas de rotura total dos ligamentos não se confirmaram e o tempo de paragem acabou por ser mais curto do que se chegou a pensar.

22 de novembro de 2010

É prioritário segurar Berger

Defesa é o mais utilizado por Jorge Costa e um dos melhores marcadores.Exibições do austríaco despertam interesse na Alemanha e França,Estudantes querem blindar jogador.

O centro da defesa da Académica vai deixar de ter, nas próximas semanas, um dos seus guardas de honra. Markus Berger, até aqui totalista em jogos do campeonato, lesionou-se no joelho esquerdo, na partida com o Sporting, e vai estar ausente dos relvados nas próximas semanas, situação rara na carreira. Trata-se de uma baixa muito importante, tendo em conta a sua utilização esta temporada.

Depois de uma época menos conseguida, em 2008/2009, com Domingos Paciência como técnico - Berger apenas efectuou sete jogos na Liga sob o comando do actual treinador do SC Braga -, foi um dos elementos em maior destaque na temporada passada, tanto com Rogério Gonçalves, primeiro, como depois com André Villas Boas.

Na época em curso, Jorge Costa também não abdica dele: apenas não participou no encontro da segunda mão da segunda fase da Taça da Liga diante do Arouca. Nos restantes jogos, da Liga e da Taça de Portugal, foi sempre um dos esteios no eixo defensivo. As exibições, claro, já despertaram o interesse de alguns clubes.

16 de novembro de 2010

Berger sem rotura total de ligamentos

A lesão do central Markus Berger, sofrida na parte final do jogo com o Sporting, não deverá atingir o quadro máximo de gravidade possível para um caso como o do austríaco. Recorde-se que o defesa se lesionou sozinho, no joelho esquerdo, mas conseguiu aguentar-se em campo até terminar a partida.
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O departamento clínico da Académica refere que o diagnóstico, em concreto, será conhecido apenas nesta terça-feira mas, segundo apurou o Maisfutebol , o cenário de rotura total dos ligamentos ficou já afastado, mediante os resultados da ecografia realizada esta segunda-feira.

Falta ainda conhecer o «veredicto» da ressonância magnética, determinante para apurar a extensão da lesão, que poderá ter afectado um dos ligamentos em particular e, assim sendo, a paragem nunca será inferior a um mês.

Diogo Gomes, recentemente operado, e Pape Sow, constituem os restantes casos clínicos da Briosa e apenas o segundo, que recupera de um traumatismo, terá hipóteses de ser dado como apto para o encontro de domingo, diante do Beira Mar, a contar para a Taça de Portugal.

14 de novembro de 2010

Berger sofreu lesão no joelho esquerdo


O central da Académica Markus Berger sofreu uma lesão no joelho esquerdo neste sábado, já nos instantes finais da partida diante do Sporting. O defesa austríaco lesionou-se sozinho e fez de imediato sinal para o banco, dando conta da gravidade da situação.

O departamento clínico da Briosa não adiantou mais pormenores, para além de ter informado que o jogador será reavaliado na próxima segunda-feira. No entanto, atendendo à reacção do atleta, que abandonou o estádio visivelmente abatido e com a ajuda de uma canadiana, não é de excluir a hipótese de paragem prolongada.

26 de outubro de 2010

Berger e o reencontro com Vilas Boas: «Não vai ser especial»

André Villas Boas foi o responsável pelo renascimento futebolístico do central Markus Berger. «Proscrito» por Domingos Paciência, esquecido depois por Rogério Gonçalves, o defesa austríaco só começou a jogar com a chegada do jovem técnico a Coimbra e, desde então, só falha jogos por motivos de força maior, nomeadamente castigo, porque também não é dado a lesões.


O reencontro com o técnico que acreditou nas suas qualidades aproxima-se, trazendo à Lusa Atenas o primeiro confronto da época com um dos candidatos ao título. Mas para Berger, um típico produto da rigidez e precisão teutónicas, o encontro não terá um significado diferente: «Não acho que será um jogo especial. É o Porto, um jogo bonito para qualquer jogador.»

Sem olhar às camisolas, o internacional austríaco acredita que a sua equipa pode continuar a surpreender: «O Porto, como todos nós sabemos, tem uma equipa muito forte e está no primeiro lugar. Nós estamos no terceiro e vai ser jogo bonito. Temos de dar tudo para continuar a ganhar. Sabemos que temos boa equipa mas temos que continuar a trabalhar. Vamos ter mais uma oportunidade para o provar, num jogo importante em casa. em que queremos fazer alguma coisa.»

Tão imprescindível com Jorge Costa como o havia sido com Vilas Boas, Berger define-se como um atleta que dá tudo pela sua equipa, com o máximo empenho, independentemente de estar ou não a jogar: «Já me conhecem, sou um trabalhador, gosto de estar no balneário todos os dias. É disso que gosto, não penso se vou ser titular ou não.»

Três ausências no arranque da preparação
Os estudantes começaram, na tarde desta segunda-feira, a preparar a recepção ao F.C. Porto, numa sessão que não contou com Barroca, em recuperação de um traumatismo, e Sissoko, ainda na selecção sub-20 da Costa do Marfim, tal como já acontecia na semana passada.

A novidade foi a ausência de Miguel Fidalgo, que, de resto, foi substituído ao intervalo do jogo com o Nacional, no sábado, devido a uma mialgia. O problema não deverá, todavia, afastá-lo do encontro com os portistas. Quem não poderá jogar é Nuno Coelho devido à expulsão diante dos insulares. 

23 de outubro de 2010

2010 /11 - 08J - Académica 2 - Nacional 1: Vitória na nova relva dá segundo lugar à condição

Académica - Nacional
Liga Zon Sagres - 8ª Jornada
Estádio Cidade de Coimbra
23-10-2010 - 17h

ACADÉMICA: Peiser; Pedro Costa, Berger, Orlando e Hélder Cabral; Nuno Coelho; Diogo Melo e Hugo Morais; Sougou (Laionel 68'), Miguel Fidalgo (Éder 45'), Diogo Valente (Bischoff 78')

Suplentes: Ricardo, Amoreirinha, Diogo Gomes, Paraíba.

Treinador: Jorge Costa

NACIONAL: Bracalli; Claudemir, Filipe Lopes, Danielson e Stojanovic; Luiz Alberto; Bruno Amaro (Peknic 62') e Skolnik (juninho 78'); Edgar Costa (João Aurélio 45'), Orlando Sá, Mateus.

Suplentes: Elisson, Tomasevic, Rene Mihelic, Ivan Todorovic.

Treinador: Jokanovic

Ao intervalo: 2-0

Marcadores: Miguel Fidalgo 3'; Markus Berger 15'; Danielson 88'

Árbitro: Paulo Baptista (AF Portalegre)
CA: Edgar Costa 28´, Stojanovic 44´, Peiser 88', Hugo Morais 89', Orlando Sá 90',
CV: Nuno Coelho 76'

Espectadores: 3 351

Destaques



Esta Académica de Jorge Costa tem-se revelado uma máquina de fazer golos. Os estudantes marcaram em todos os jogos (10) oficiais da época, já têm, até, o melhor ataque da Liga, à espera ainda do FC Porto-U.Leiria de segunda-feira e, como resultado de tudo isto, subiram ao segundo lugar da Liga, à condição. A vida continua a correr bem aos de Coimbra, embalados por um início de temporada como não há memória. O jogo começou às mil maravilhas, com dois golos madrugadores, mas, no final, depois da expulsão de Nuno Coelho, foi preciso sofrer para aguentar a vantagem mínima. Missão cumprida.

Em dia de estreia de relvado novo, jogadores e público puxaram dos galões. Os primeiros, com uma entrada de rompante, que lhes valeu dois golos num exercício de eficácia tremenda, o segundo, aproveitando a borla concedida aos estudantes, ou não estivéssemos em plena latada, emprestou um colorido diferente às bancadas, repletas de capas e batinas.

Nas quatro linhas, a facilidade com que a Briosa faz golos encontrou paralelo na forma como o Nacional os sofre. Com uma entrada desconcentrada, os madeirenses, não só chegaram atrasados ao jogo, por força do mau tempo no Funchal, como pareceram nem sequer estar em campo. A determinação dos homens da casa fez o resto. Quando deram por ela, os homens de Jokanovic já perdiam por duas bolas a zero mas podem queixar-se da sorte.

No lance de premeio entre o primeiro e o segundo tento estudantil, Peiser evitou o empate com duas defesas impossíveis, principalmente a segunda, e, à terceira tentativa (tudo na mesma jogada!), Danielson ainda atirou ao poste. Acto contínuo, o jogo segue pelo lado esquerdo do ataque da equipa da casa e, com toda a facilidade, Markus Berger elevou para 2-0. Mal tinha passado um quarto de hora de jogo!



Gestão com 10

A Académica ainda manteve o pé no acelerador por mais algum tempo, perante um Nacional que não se rendeu mas, na segunda parte, como seria de esperar, os estudantes passaram a gerir o resultado, entregando a iniciativa ao adversário. Em contra-ataque, não deixaram de visar a baliza de Bracalli, procurando tirar partido do adiantamento insular.

O Nacional quis carregar mas, valha a verdade, faltaram-lhe argumentos para importunar Peiser com assiduidade. Jorge Costa não só geria o resultado como também a equipa e, depois de trocar Miguel Fidalgo ao intervalo por Éder, poupou Sougou, que jogou com limitações, para apostar no lépido Laionel.

Estava tudo bem encaminhado quando, uma entrada mais ríspida de Nuno Coelho sobre Skolnik, com quem já tinha trocado uns «mimos», valeu a expulsão do internacional sub-23. Com 10, os estudantes tiveram de fazer uso de toda a sua solidariedade e capacidade de sacrifício. Éder e Bischoff podiam ter evitado o sofrimento final mas Danielson ainda deu esperança aos forasteiros quando reduziu para 2-1, reavivando o velho «handicap» da Briosa de deixar fugir pontos nos instantes finais. A novidade é que, desta vez, não aconteceu.
 
Destaques



Peiser

O homem elástico voltou a ajudar a Académica. Se há guarda-redes que valem pontos, este francês insere-se claramente nessa categoria. Basta destacar como evitou, no mesmo lance, por duas vezes, o golo a Luiz Alberto com defesas à «queima-roupa», e, talvez bafejado pela sorte, ainda viu Danielson atirar ao poste. Tudo isto apenas um minuto antes da Académica elevar para 2-0. Mas não foi só por isso que Peiser foi preponderante na partida. Sempre concentrado e de reflexos apurados, mostrou-se providencial em mais um par de ocasiões, sobretudo nos sofríveis minutos finais.

Miguel Fidalgo

Ainda algum público procurava lugar na bancada e já o madeirense, especialista em marcar à ex-equipa, levantava os braços em mais um festejo. O cruzamento de Hélder Cabral, na antecâmara da conclusão de uma grande jogada pela lado esquerdo do ataque, ajudou e de que maneira mas a desmarcação do avançado e o cabeceamento irrepreensíveis, só poderiam dar em golo.

Diogo Valente

De pé esquerdo refinado, assinou a assistência para o segundo golo e ainda deu que fazer à defesa madeirense em meia dúzia de lances, ficando na retina um remate de fora da área que não passou longe da trave.

Danielson

Já tinha ameaçado na primeira parte, com um tiro ao poste, e concretizou na segunda metade, com um golo no meio de uma grande confusão, que voltou a dar esperança aos alvi-negros. Central de propensão goleadora, foi um quebra-cabeças para a defesa da casa.

Bruno Amaro

Regresso a Coimbra do proficiente médio, onde esteve quase toda a época lesionado, mas deixou saudades pela correcção e profissionalismo. Notou-se-lhe esmero nas acções e na tentativa de lutar contra a desvantagem madrugadora. Sacrificado quando foi preciso conferir maior peso ofensivo à equipa.


Opiniões




Jorge Costa, treinador da Académica, no final da vitória sobre o Nacional, este sábado, em Coimbra, que colocou os estudantes provisoriamente no segundo lugar:

«Acima de tudo, estou feliz e orgulhoso. Sem termos sido brilhantes, fomos bons em termos de organização. Durante grande parte do jogo, os jogadores fizeram o que lhe foi pedido. Conseguimos somar mais três pontos, neste momento temos 14, o que é significativo, e isso vai-nos dando cada vez mais margem de manobra e desinibindo para praticar melhor futebol.

[Sobre o facto da Académica ter o melhor ataque] É bom, é sinal de que as coisas estão a correr bem. Temos marcado em todos os jogos. Tem a ver com as características dos nossos jogadores e a forma como jogamos.

[Expulsão de Nuno Coelho] É um lance agressivo e tenho de ver as imagens, mas no campo não me pareceu ser passível de cartão vermelho. Fico triste porque tivemos de sofrer mais e porque perdemos um jogador para o próximo jogo. É um jogador que aprecio muito, que é fundamental na equipa, mas temos gente com capacidade para dar o seu contributo.

[Com 14 pontos, metade da manutenção está alcançada] Era importante, nesta fase inicial, somar o máximo de pontos possível. Sabemos que sábado vamos ter jogo de grau de dificuldade muito elevado [com o F.C. Porto] mas vamos começar a pensar nele agora. Sonhar não faz mal, enquanto pudermos andar nestes lugares, vamos andar, sabendo que não é fácil termos de lutar com equipas de orçamentos muito superiores. Mas os jogos ganham-se no campo, com trabalho, dedicação e é isso que temos feito.»

Jorge Costa, treinador da Académica, no final da vitória sobre o Nacional, este sábado, em Coimbra, que colocou os estudantes provisoriamente no segundo lugar:

«Acima de tudo, estou feliz e orgulhoso. Sem termos sido brilhantes, fomos bons em termos de organização. Durante grande parte do jogo, os jogadores fizeram o que lhe foi pedido. Conseguimos somar mais três pontos, neste momento temos 14, o que é significativo, e isso vai-nos dando cada vez mais margem de manobra e desinibindo para praticar melhor futebol.

[Sobre o facto da Académica ter o melhor ataque] É bom, é sinal de que as coisas estão a correr bem. Temos marcado em todos os jogos. Tem a ver com as características dos nossos jogadores e a forma como jogamos.

[Expulsão de Nuno Coelho] É um lance agressivo e tenho de ver as imagens, mas no campo não me pareceu ser passível de cartão vermelho. Fico triste porque tivemos de sofrer mais e porque perdemos um jogador para o próximo jogo. É um jogador que aprecio muito, que é fundamental na equipa, mas temos gente com capacidade para dar o seu contributo.

[Com 14 pontos, metade da manutenção está alcançada] Era importante, nesta fase inicial, somar o máximo de pontos possível. Sabemos que sábado vamos ter jogo de grau de dificuldade muito elevado [com o F.C. Porto] mas vamos começar a pensar nele agora. Sonhar não faz mal, enquanto pudermos andar nestes lugares, vamos andar, sabendo que não é fácil termos de lutar com equipas de orçamentos muito superiores. Mas os jogos ganham.

Jokanovic, treinador do Nacional, no final da derrota, deste sábado, em Coimbra, diante da Académica:

«Fala-se muitas vezes em justiças e injustiças no futebol. Hoje, penso que fomos muito penalizados por dois erros grosseiros da nossa parte, mas há que aprender com os erros. Tenho de dar os parabéns à Académica que marcou dois golos nos primeiros quinze minutos, mas depois dos golos só houve uma equipa a procurar jogar. A Académica tem jogadores rápidos e depois de estar a ganhar pôde jogar em contra-ataque. Felizmente, tivemos cabeça para não sair daqui com uma goleada. Penso que se o 2-1 tivesse chegado mais cedo poderíamos ter discutido mais o resultado, mas com aquele esforço final dos meus jogadores talvez o empate fosse o resultado justo. Não conseguimos mas realço que há que dar os parabéns à Académica.» -se no campo, com trabalho, dedicação e é isso que temos feito.»



Berger, jogador da Académica, autor do segundo golo da equipa, na vitória, por 2-1, este sábado, em Coimbra, sobre o Nacional:

«Acho que fizemos um bom jogo, entrámos muito bem, com dois golos na primeira parte e controlámos até ao cartão vermelho ao Nuno Coelho. Depois, tivemos alguns problemas mas, mesmo assim, estivemos bem e ganhámos com mérito. Também gosto de fazer o meu trabalho na frente, a equipa toda sabe disso, que temos de defender e atacar juntos. Temos de mandar em casa, é esse o nosso trabalho. Ninguém nos pode roubar pontos aqui. Não penso muito no segundo lugar. É bonito para fora mas, para dentro, sabemos que temos de continuar a trabalhar.»

Danielson, autor do golo do Nacional, este sábado na derrota, em Coimbra, diante da Académica:

«Nos primeiros 15 minutos, duas desatenções fizeram com que saíssemos muito atrás no jogo. A Académica não nos foi superior mas o resultado ficou marcado por essas duas falhas. Temos de dar mérito ao adversário, que soube fechar-se, fazer o jogo deles. Futuro? É ruim perder mas temos de continuar a trabalhar, não podemos atirar toalha ao chão à oitava jornada. Ainda há muitos jogos e vamos dar a volta, já em casa, com o V. Setúbal.»



Lances chave

4' [1-0] Hugo Morais serve Hélder Cabral, que, do lado esquerdo, cruza para o cabeceamento de Miguel Fidalgo.

15' Após canto, Luís Alberto cabeceia para Peiser defender; na recarga, o duelo volta a ser ganho pelo francês, até Edgar Costa acertar depois no poste esquerdo.

20' Cruzamento de Diogo Valente, no lado canhoto, e Berger, ao primeiro poste, a cabecear com êxito.

64' À entrada da área, Diogo Valente remata, com a bola a passar por cima da trave.

84' [2-0] Hugo Morais descobre, na esquerda, Bischoff, que, sozinho, atira por cima.

88' [2-1] Felipe Lopes, no coração da área, cabeceia, com Danielson, na pequena área, a emendar com sucesso.

90+2' [2-1] João Aurélio aparece só com Peiser pela frente, mas o guarda-redes evita o empate.

Minuto a minuto

     90'     FINAL DO JOGO! Académica - 2 Nacional - 1. Os estudantes saltam para a vice-liderança da Liga à condição, mas tiveram de sofrer perante a ameaça dos insulares de ainda chegarem ao empate nos minutos finais!
    90'     CARTÃO AMARELO para Orlando Sá (Nacional )
    89'     CARTÃO AMARELO para Hugo Morais (Académica )
    89'     Mais quatro minutos...
    88'     Mateus remate a rasar o poste!!!
    87'     CARTÃO AMARELO para Peiser (Académica )
    87'     GOOOOOOOLLLLLOOOOOOO!!! NACIONAL ! 2-1 por Danielson
    83'     Bischoff desperdiça uma oportunidade de ouro, isolado, sobre a esquerda, com um remate por cima!
    82'     Éder hesita e acaba por chutar contra um adversário quando tinha a baliza à mercê!
    78'     SUBSTITUIÇÃO Académica . Sai Diogo Valente entra Amaury Bischoff
    77'     SUBSTITUIÇÃO Nacional . Sai Skolnik entra Juninho
    75'     CARTÃO VEMELHO para Nuno Coelho (Académica ) devido a uma entrada violenta sobre Skolnik, que fica bastante combalido!
    71'     Remate de João Aurélio, por cima!
    68'     Estão 3351 espectadores no Cidade de Coimbra.
    67'     SUBSTITUIÇÃO Académica . Sai Sougou entra Laionel
    64'     Grande remate de fora da área de Diogo Valente com a bola a passar perto da trave!
    60'     SUBSTITUIÇÃO Nacional . Sai Bruno Amaro entra Nejc Pecnik
    57'     Remate de Sougou, da quina da área, com Bracalli a defender ao primeiro poste com dificuldade!
    55'     Remate por cima de Orlando Sá!
    53'     O Nacional tem agora mais posse de bola...
    47'     Peiser com mais uma grande intervenção evita que a bola chegue a Mateus!
    46'     RECOMEÇA A PARTIDA
    45'     SUBSTITUIÇÃO Nacional . Sai Edgar Costa entra João Aurélio
    45'     SUBSTITUIÇÃO Académica . Sai Miguel Fidalgo entra Éder
    45'     INTERVALO NA PARTIDA ENTRE Académica e Nacional. Os estudantes entraram de rompante e, como uma eficácia impressionante, adiantaram-se no marcador com grande facilidade, perante um Nacional, que, ainda assim, nunca se rendeu.
    45'     Mais um minuto...
    43'     CARTÃO AMARELO para Stojanovic (Nacional )
    39'     Mais um remate de Luiz Alberto para defesa fácil de Peiser.
    36'     Já está tudo bem com Nuno Coelho.
    35'     Jogo parado para assistência a Nuno Coelho.
    32'     Sougou recupera uma bola, mete em Diogo Melo mas o brasileiro atira muito por cima!
    31'     Grande jogada de Mateus, a passar duas vezes por Pedro Costa, mas Bruno Amaro chega atrasado ao centro!
    27'     As bancadas estão repletas de estudantes e grita-se Briooooosa!
    27'     CARTÃO AMARELO para Edgar Costa (Nacional )
    25'     Remate de Bruno Amaro, muito por cima!
    16'     GOOOOOOOLLLLLOOOOOOO!!! ACADÉMICA ! 2-0 por Markus Berger. É isto que define o futebol! O Nacional não marca por pura sorte e, na jogada seguinte, outra vez pelo lado esquerdo do ataque da Briosa, sofre o segundo! Cruzamento de Diogo Valente e, mais uma vez, de cabeça (Berger) a elevar para 2-0 perante a passividade da defesa forasteira!
    15'     QUE PERIGO PARA O NACIONAL!!!!!! Peiser salva duas vezes, por instinto, o golo de Luiz Alberto e, pasme-se, ainda há uma terceira tentativa, que vai ao poste, na recarga de Danielson!!!!
    15'   
    13'     Cruzamento de Valente, segura Bracalli.
    9'     Sougou tem vindo a apresentar queixas, parece que, afinal, a lesão que o afastou nos últimos dois jogos, não foi totalmente debelada!
    6'     Remate de Luiz Alberto, para defesa fácil de Peiser!
    3'     GOOOOOOOLLLLLOOOOOOO!!! ACADÉMICA ! 1-0 por Miguel Fidalgo. Bela jogada pelo lado esquerdo do ataque estudantil, combinação Hugo Morais/Hélder Cabral, com este último a tirar um centro perfeito para a cabeça de Miguel Fidalgo. A defesa insular estava a dormir!
    1'     COMEÇA A PARTIDA ENTRE Académica e Nacional
    0'     Já a Académica joga com as cores tradicionais: toda de preto.
    0'     O Nacional vai jogar com equipamento alternativo: camisola roxa, calções e meias brancas.
    0'     Entram em campo as equipas!



Arbitragem

Paulo Baptista (AF Portalegre) - nota 2

Expulsão complicou tarefa

Estava a ter uma tarde fácil, controlando sempre os acontecimentos, contando também com a colaboração dos jogadores. No entanto, após a expulsão de Nuno Coelho (houve falta, mas surgiram algumas dúvidas se o vermelho se justificava) o desafio tornou-se mais complicado de gerir.

12 de setembro de 2010

2010/11 - 04J - Académica 3 - Naval 0: Ficha de jogo

Académica 3 - Naval 0
Liga Zon Sagres  - 4ª Jornada
Estádio Cidade de Coimbra 
12-09-2010 - 20:15h

Académica: Peiser, Amoreirinha, Orlando, Berger, Addy, Nuno Coelho, Diogo Melo, Hugo Morais, Diogo Valente (Júnior Paraíba 73'), Sougou (Laionel 73'), Éder (Miguel Fidalgo 51').

Suplentes: Ricardo, Luiz Nunes, Pape Saw, Diogo Gomes.

Treinador: Jorge Costa


Naval: Salin, Carlitos, Lupède, Rogério Conceição, Daniel Cruz, Godemèche, Alex Hauw (Godinho 61'), João Pedro (Marinho 71'), Hugo Machado, Camora (Orestes 20'), Bolívia.

Suplentes: Jorge Baptista, Real, Previtali, Giuliano,

Treinador: Victor Zvunka

Ao intervalo 1-0

Marcadores: 1-0 Sougou (gp, 16'), 2-0 Miguel Fidalgo (56'), 3-0 Berger (72')

Árbitro: Bruno Esteves (AF Setúbal)

Acção Disciplinar
Cartão Amarelo: Alex Hauw (26'), Daniel Cruz (62'), Amoreirinha (81'), Bolívia (86'), Rogério Conceição (88')
Cartão Vermelho: Lupéde (15'),

Espectadores: 3008

Crónica






 A Académica venceu o derby da zona centro com a Naval por expressivos 3-0 e galgou vários lugares na tabela, colando-se ao Sporting e ao Sp. Braga, com 7 pontos, menos 1 que o V. Guimarães e 5 que o líder F.C. Porto.

Ao intervalo valia o golo de Sougou, obtido muito cedo na partida na transformação de uma grande penalidade. Aliás, da falta que originou o golo, resultou a expulsão de Lupéde. Os figueirenses jogaram, portanto, 80 minutos com um jogador a menos.

Na segunda parte, Miguel Fidaldo e Markus Berger deram expressão ao marcador e selaram o regresso dos estudantes aos triunfos depois da sensacional vitória no Estádio da Luz na ronda inaugural.
______________________

Que grande Briosa hoje se viu num Estádio Finibanco Cidade de Coimbra que nunca se calou para apoiar a Académica. A vitória frente à Naval por 3-0 não merece qualquer tipo de contestação e os cânticos que se ouviram nas bancadas, do princípio ao fim, ajudam a provar que a Académica 2010/2011 trará certamente muitas alegrias a Coimbra.

Perante 3008 espectadores, a Briosa voltou a vencer em casa, algo que já não acontecia há algum tempo, mas são estes triunfos que nos deixam optimistas para o resto da época. É que não foi só o bom resultado conseguido pelos "estudantes" mas sobretudo uma exibição consistente e personalizada, principalmente na segunda parte, que deixou felizes todos os que se deslocaram ao recinto da Académica.

E antes do apito inicial, já havia motivos para festa nas bancadas. Hugo Morais estreava-se a titular com a camisola da Briosa e por isso foi alvo do pontapé da praxe por parte dos seus colegas de equipa, que mais uma vez assinalaram este momento com a boa disposição que já caracteriza este grupo de trabalho.

Estava cumprida a tradição e os sorrisos foram ainda maiores quando, aos 15 minutos, Sougou deu a primeira alegria aos adeptos. Lupède faz falta sobre Éderzito na grande área e o árbitro da partida, Bruno Esteves, assinalou a respectiva grande penalidade e a consequente ordem de expulsão para o central francês. Chamado para converter o castigo máximo, o extremo senegalês não falhou e abriu a contagem para a Briosa.

Feito o primeiro da noite, os "estudantes", com mais um, partiram em busca do golo da tranquilidade. Contudo, e apesar das várias tentativas, o resultado não sofreria mais alterações até ao intervalo.

Só que o descanso fez bem aos pupilos de Jorge Costa que entraram na etapa complementar com a lição bem estudada e com os argumentos necessários para furarem a defesa da Naval. A entrada de Miguel Fidalgo, por troca forçada com Éderzito, veio a revelar-se uma opção acertada por Jorge Costa que viu o avançado madeirense marcar o segundo golo da noite. Hugo Morais tira um cruzamento do lado esquerdo e perante alguma passividade da defesa navalista, Miguel Fidalgo cabeceou para o fundo das redes de Salin.

A certeza da vitória da Académica era cada vez maior e o apoio constante que vinha das bancadas subiu de tom. Os adeptos puxavam a equipa para a vitória e a terceira alegria da noite foi o conjugar perfeito de forças entre público e jogadores. O central Berger, que deu voz à equipa durante a semana, encheu o pé e, à entrada da área, estabeleceu o resultado final em 3-0.

Até final, só deu Briosa e o triunfo ficou consumado. A Académica soma 7 pontos na tabela classificativa e na próxima ronda desloca-se ao reduto do Rio Ave, em partida marcada para o próximo domingo, pelas 16:00.

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«Harakiri» de Lupède termina com jejum de oito meses


A Naval voltou a ser amiga no «derby» com a rival de Coimbra. Acontece que a equipa da Figueira fora a última a proporcionar à Académica três pontos em casa e, volvidos oitos meses, não é que lhos entregou novamente? Desta vez, o resultado até foi mais gordo que o costume porque os estudantes tiveram muito tempo para o alimentar, tão cedo os navalistas resolveram abrir uma passadeira vermelha aos comandados de Jorge Costa. Um pouco à semelhança do que aconteceu no último encontro, com o Sporting, os figueirenses pagaram caro os erros e a Académica agradeceu, subindo, imagine-se, ao terceiro lugar!
Zvunka mexeu nos corredores laterais da defesa, depois da apática exibição frente aos de Alvalade, mas manteve a aposta na mesma dupla de centrais. Fez mal. Claro que agora é fácil falar mas depois daquela actuação desastrosa de Lupède, o voto de confiança do conterrâneo acabou por resultar num «harakiri» que se revelou fatal para equipa. Segunda grande penalidade cometida em dois jogos e, desta vez, sem contemplação do árbitro: cartão vermelho para o central natural da Guadalupe. Um galo de todo o tamanho, quando o jogo mal tinha passado do primeiro quarto de hora.

Com dez, a Naval teve de passar ao plano B, mais resguardada mas inegavelmente competente em termos de organização. Prova disso é que a equipa da casa pouco perigo criou pese a superioridade numérica. A melhor oportunidade após o golo foi, até, dos figueirenses, mas Peiser negou o golo por duas vezes no mesmo lance, para desespero de João Pedro e Godemèche. O guarda-redes francês, no primeiro reencontro com a antiga equipa, esteve, de resto, em bom plano ao longo da partida.

Jorge Costa tira «jokey» Fidalgo
A segunda parte não podia ter começado melhor para os da casa. Estava no banco o «jokey» de Jorge Costa e o jovem técnico lançou no momento exacto. Praticamente no primeiro lance em campo, Miguel Fidalgo elevou para 2-0 numa jogada em que a defesa navalista voltou a não se revelar espevita. O mesmo jogador falharia, pouco depois, o terceiro da Briosa, após um rasgo de Sougou pela direita.
A Naval há muito que não conseguia chegar à baliza e, quando o fez, lá estava Peiser para resolver. Perante isto, a Académica fazia o que queria do jogo, chegando facilmente ao 3-0, por intermédio de Berger, num petardo indefensável para Salin. A estas horas, já ninguém se lembrava da infelicidade de Lupède, quando tudo começou. Mas se a Naval fosse uma casa, o francês seria o pilar que afundou ao mais pequeno abano, fazendo ruir, aos poucos, todo o edifício.

Destaques

Sougou
Começa a ser hábito vê-lo marcar à Naval. Na época passada, fechou a contagem, este ano coube-lhe inaugurar o marcador. Velocista e desequilibrador por natureza, deu muito trabalho a Daniel Cruz e restante defesa navalista.

Miguel Fidalgo
Perdeu a titularidade para Éder mas mesmo do banco revelou-se preponderante para a equipa. Mal entrou, elevou o resultado para 2-0 e, logo a seguir, até poderia ter feito outro golo. Mais mexido que o colega que substituiu, foi um pesadelo para os defesas da Figueira.

Amoreirinha e Hugo Morais
Estreias na equipa dos estudantes com um denominador comum: a sobriedade. Jogadores experientes, apenas à espera de uma oportunidade, para agarrar um lugar, mostraram-se concentrados e rigorosos, cada um nas duas funções. No caso do médio, até lhe pertenceu a assistência para o golo de Miguel Fidalgo.

João Pedro
Parece ligado à corrente, tal a electricidade que coloca em cada lance. Nas alas ou no apoio ao ponta-de-lança mostra pormenores de qualidade. Teve uma boa oportunidade nos pés mas Peiser opôs-se bem, já sobre o apito para o intervalo.

Lupède
Decididamente, não pode sair de casa. Ligado de forma
indelével à derrota com o Sporting, o central francês esteve de novo na origem de problemas para a equipa. Cometeu a segunda grande penalidade consecutiva e, desta vez, com consequência ainda piores para si e para a equipa, por ter sido expulso em consequência do lance. Mais uma noite para esquecer.

Diogo Melo 7 
O parceiro certo de Hugo Morais, com garra constante e uma dinâmica que confundiu as marcações da Naval.


Berger 7
Não passou por aflições na defesa e marcou o golo da noite, numa jogada de centrais.


Miguel Fidalgo 6
Entrar e marcar quatro minutos depois é de ponta-de-lança. Continua a revelar altos índices de eficácia.

Opiniões



Jorge Costa (treinador da Académica): 
«Estou bastante satisfeito. Conseguimos mais três pontos. O jogo ficou condicionado com a expulsão do jogador da Naval e fizemos a nossa obrigação. Fizemos uma belíssima segunda parte, circulámos a bola e com naturalidade chegámos a um resultado que se ajusta. Tenho um bom plantel e quero dar oportunidades a todos. Estamos no bom caminho.»

Victor Zvunka (treinador da Naval):
«O futebol é a realidade. Com menos um atleta a partida tornou-se muito exigente em termos físicos. Todos os golos da Académica eram evitáveis. Com o segundo golo quebrámos completamente em termos anímicos.»

Hugo Morais, médio da Académica, em declarações à SporTV após a vitória por 3-0 sobre a Naval 1º Maio:
«Foi uma estreia excelente para mim. Vínhamos de uma derrota e esta vitória é óptima. Tenho muitos anos de futebol e vejo este primeiro jogo com muita naturalidade. O plantel é muito bom, há várias opções e temos tudo para conseguir um bom futuro.»

Peiser, guarda-redes da Académica, que defrontou neste domingo pela primeira vez a sua ex-equipa, a Naval, e não se coibiu de fazer uma análise entre os dois clubes: «Para mim, foi um jogo um pouco especial, mas nada mais. Uma partida bem conseguida, não sofremos golos, e fico muito contente por isso. Estamos a fazer um bom início de campeonato e há que continuar. Vamos ter um jogo difícil já na próxima semana em Vila Conde. A Académica tem uma estrutura diferente, muito melhor ao nível do treino, mas também do estádio, que é grande. É um histórico em Portugal, toda a gente sabe disso.»


Lances chave



3'  - Carlitos cruza, Berger hesita e Camora não desvia por pouco

39'- Centro de João Pedro, Peiser sai a soco e Godemèche, na recarga, permite uma boa defesa ao compatriota

44' - Livre de Diogo Valente, Sougou cabeceia por cima

56'- [2-0] Hugo Morais cruza, Orestes e Salin falham e Miguel Fidalgo, de cabeça, marca

72' [3-0] Canto de Hugo Morais, Daniel Cruz não afasta bem e Berger fuzila à entrada da área.
  
O Momento: 16' [1-0] - Sougou não perdoa erros

É um facto que ainda faltava muito, mas o lance foi absolutamente decisivo. Diogo Valente mete a bola nas costas da defesa da Naval, Lupède deixa-se ultrapassar por Éder e depois a única alternativa que o francês encontra é derrubar o avançado. Sougou marca o penálti, mas, pior do que isso, a Naval fica a jogar com menos um. 

Minuto a minuto

    90'      FINAL DO JOGO! Académica - 3 Naval - 0. Triunfo incontestável dos estudantes, com golos de Sougou (16, g.p.), Miguel Fidalgo (56) e Berger (71). Os estudantes beneficiaram da expulsão de Lupède, logo aos 15 minutos.
    90'     Miguel Fidalgo (Académica) atira de cabeça ao lado, após centro de David Addy!
    90'     Três minutos de tempo adicional.
    87'     CARTÃO AMARELO para Rogério Conceição (Naval ) após falta sobre Miguel Fidalgo.
    85'     A Naval não mostra condições para incomodar Peiser.
    79'     Diogo Melo (Académica) atira a rasar! A Naval está completamente rendida.
    77'     Tudo decidido em Coimbra. Victor Zvunka vai abanando a cabeça no banco da Naval.
    72'     SUBSTITUIÇÃO Académica . Sai Diogo Valente entra Júnior Paraíba
    72'     SUBSTITUIÇÃO Académica . Sai Sougou entra Laionel
    71'     GOOOOOOOLLLLLOOOOOOO!!! ACADÉMICA ! 3-0 por Markus Berger. Canto na esquerda, a defesa da Naval atrapalha-se e Orlando atrasa para o pontapé de primeira de Berger! Belo golo!
    71'     Diogo Valente (Académica) volta a criar a problemas a Salin, num livre directo.
    70'     SUBSTITUIÇÃO Naval . Sai João Pedro entra Marinho
    69'     Palmada decisiva de Salin (Naval), a afastar um centro de Addy e a evitar a finalização de Sougou.
    65'     Salin (Naval) afasta a soco um livre cobrado por Diogo Valente!
    64'     CARTÃO AMARELO para Daniel Cruz (Naval )
    63'     Um lapso de Berger quase permite o golo a João Pedro (Naval)! Peiser resolve bem!
    62'     Bom pontapé de Hugo Morais, com o pé direito! A bola não passa longe da baliza da Naval!
    61'     SUBSTITUIÇÃO Naval . Sai Hauw entra Manuel Godinho
    56'     GOOOOOOOLLLLLOOOOOOO!!! ACADÉMICA ! 2-0 por Miguel Fidalgo. Cruzamento de Hugo Morais, da esquerda, a bola passa por Orestes e por Salin, que podia ter feito melhor, e o madeirense, de cabeça, faz um golo fácil!!
    51'     SUBSTITUIÇÃO Académica . Sai Éder entra Miguel Fidalgo
    47'     A Académica parece ter vindo com a corda toda do intervalo!
    46'     RECOMEÇA A PARTIDA
    46'     INTERVALO NA PARTIDA ENTRE Académica e Naval. A Académica vai para o intervalo a vencer por 1-0 no «derby» com a Naval graças a um golo de grande penalidade, obtido por Sougou. Na sequência desse lance, os figueirenses ficaram reduzidos a 10 unidades.
    45'     Mais um minuto!
    43'     Livre para a Académica com Sougou a desviar na pequena área, por cima!
    39'     Dupla intervenção de qualidade de Peiser!!! Primeiro remate de João Pedro, Peiser defende e, depois, na recarga o francês volta a opor-se ao remate do ex-colega Godemèche!
    37'     No canto, Orlando chega ligeiramente atrasado, ao segundo poste!
    36'     Canto para a Académica, depois de um corte providencial de Daniel Cruz quando Sougou já fugia pela direita.
    31'     Remate sem nexo de Carlitos, que parecia preparar-se para centrar, sem perigo...
    28'     A Naval revela-se bem organizada, mesmo com 10!
    25'     CARTÃO AMARELO para Hauw (Naval )
    23'     A Naval voltou a equilibrar-se com a substituição e procura agora fechar-se mais.
    19'     SUBSTITUIÇÃO Naval . Sai Camora entra Orestes
    16'     GOOOOOOOLLLLLOOOOOOO!!! ACADÉMICA ! 1-0 por Sougou (GP). O senegalês, que costuma marcar à Naval, não deu hipóteses a Salin!!!
    14'     CARTÃO VERMELHO para Lupéde (Naval).
    14'     PENALTY ASSINALADO contra a Naval. Éder escapa-se a Lupéde e este acaba por derrubar o jovem avançado!!!
    11'     Addy volta a entrar no jogo.
    10'     Addy está em dificuldades!
    8'     Pontapé em zona frontal de Amoreirinha, sem convicção...
    6'     Remate fraco para Peiser segurar com facilidade.
    5'     Responde agora a Académica! Está animado o jogo!
    2'     Que perigo!!! Centro de Carlitos, Berger não chega, mas Camora falha na pequena área!!
    1'     COMEÇA A PARTIDA ENTRE Académica e Naval
    1'     Centro largo de Camora, ao poste mais distante... sem perigo.
    0'     Pontapés para Hugo Morais, na estreia com a camisola da Briosa, na tradição académica!



Arbitragem


Bruno Esteves (AF Setúbal)  - nota 4

Para os árbitros devia ser sempre assim. O juiz setubalense teve uma noite perfeitamente descansada em Coimbra e não falhou nos momentos decisivos. Viu bem a grande penalidade cometida por Lupède e expulsou correctamente o jogador da Naval, cumprindo as leis do jogo. De resto, não houve complicações e Bruno Esteves fez pela vida.

10 de setembro de 2010

Berger: "Vamos mostrar o nosso carácter e a nossa atitude"


O jogo com o Beira Mar já é passado para Berger e agora está na hora de a Académica entrar em campo com "carácter e atitude" de modo a provar que a Briosa é melhor que a Naval. Claro que tudo isto passa por uma vitória no próximo domingo mas para já importa registar a vontade e a determinação que os jogadores da Briosa mostram em ultrapassar o próximo adversário e, sobretudo, provar aos adeptos que Aveiro ficou lá atrás...

Na sala de imprensa do Estádio Finibanco Cidade de Coimbra, o central austríaco Markus Berger admitiu que a partida do próximo domingo mexe com os jogadores, por se tratar de um derbi, mas em casa dos "estudantes", quem manda é a Académica.

"O jogo com a Naval não é um jogo qualquer. É um derbi e por isso há regras diferentes. Queremos vencer pela primeira vez em casa este ano e esse é o nosso objectivo para domingo. Vi o jogo contra o Sporting e sabemos o que vamos defrontar, mas esta é a nossa casa. Queremos ganhar e ter a primeira vitória. Ninguém pode entrar na nossa casa para nos roubar pontos. Queremos vencer!", disse o número 5 da Briosa.

Berger afirmou ainda que os jogadores querem mostrar que são melhores que o seu adversário e avisa que a Briosa entrará forte e agressiva de modo a tentar surpreender o seu rival.

"Queremos todos mostrar, os que jogam e os que não jogam, que somos superiores à Naval. Vamos mostrar o nosso carácter, entrar agressivos e mostrar que somos melhores.", frisou.

O defesa da Académica recusou ainda entrar em comparações com os treinadores que já passaram pela Académica até porque todos são diferentes. Por isso, Berger preferiu centrar as atenções do seu discurso para o "orgulho" que tem em jogar na Briosa.

"Estou muito orgulhoso de ser jogador da Académica. Gosto muito do clube. Sou um trabalhador e nunca ganhei nada fácil. Dou o meu melhor todos os dias e quero trbalhar em condições, mostrar ao mister que estou pronto para jogar.", confessou.

A terminar a conferência de imprensa, Berger admitiu que para esta temporada tem ainda um outro sonho que gostava de realizar: voltar a representar a Selecção da Áustria.

"Ir à Selecção é um objectivo. Fui capitão dos sub-21 e quero voltar a ter orgulho em representar o meu país. É pena o seleccionador não contar com os jogadores que jogam fora mas espero voltar...", terminou.
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Rapid de Viena já tem um «espião» em Portugal

Berger, central da Académica, revela ter sido contactado para fornecer informações

O futebol português parece não despertar paixões na fria Áustria. Não existem grandes opções para seguir o campeonato, pelo menos a julgar pelas declarações de Markus Berger, central da Académica, sobre um possível regresso à selecção do seu país, pelo qual foi internacional nas camadas jovens.

O desconhecimento é tal que, conta o defesa da Briosa, já houve quem o contactasse para conhecer melhor o potencial do F.C. Porto, adversário do Rapid de Viena na Liga Europa. «Na Áustria, é difícil seguir certos campeonatos. Até já me ligaram, porque o Porto vai jogar com o Rapid , queriam recolher mais informações. É natural que queiram saber mais coisas», revelou o austríaco.

Apesar do desconhecimento sobre o que se passa no nosso país, Berger acredita que poderá convencer o seleccionador austríaco: «Voltar à selecção é o meu grande objectivo, fui capitão dos sub-21 e quero voltar a sentir o orgulho de representar a minha nação. É pena que o treinador não conte muito com os que jogam fora mas quero mostrar-me, fazer uma boa época e dificultar-lhe as escolhas.»