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4 de abril de 2011

2010/11 - 25J - Académica 1 - Portimonense: 0: Manutenção assegurada!!!

Académica 1 - Portimonense 0
Liga Zon Sagres - 25J
Estádio Cidade de Coimbra
02-04-2011 - 18h

Académica: Peiser, Pedrinho, Berger, Luiz Nunes, Addy, Pape Sow, Hugo Morais, Diogo Melo (Laionel, 46), Bishoff (Carreño, 86), Sougou e Miguel Fidalgo (Carreño, 66)

Suplentes: Ricardo, Pedro Costa, Júnior Paraíba, Sissoko

Treinador: Ulisses Morais

Portimonense: Ventura, Ricardo Nascimento, André Pinto, Ruben Fernandes, Ricardo Pessoa, Elias, Soares, Lito, Pedro Silva (Patrick, 65), Hélder Castro (Pires, 61) e Kadi

Suplentes: Pedro Silva, Di Fabio, Wakaso, Nilson, Mourad

Treinador: Carlos Azenha

Ao Intervalo: 0-0
Marcadores: Laionel 58'

Árbitro: Olegário Benquerença - nota 3
CA: Pedro Silva (41), Pape Sow (55), Soares (60), Kadi (69) e André Pinto (90)
CV: --

Espectadores: 3919 

 
Crónica

MF:A Académica não vencia em casa, para a Liga, desde 23 de Outubro (há 161 dias!) do ano passado, após um triunfo (2-1) sobre o Nacional, ainda sob a vigência de Jorge Costa.

A data estava cravejada na memória dos adeptos da Briosa à espera de ser pulverizada um destes dias. Aconteceu este sábado, com um golo sempre belo, de calcanhar, de um jogador perito em saltar do banco para salvar a equipa: Laionel.

Os estudantes passaram a somar 28 pontos, subiram um degrau na classificação, ultrapassando o Rio Ave, e, praticamente, disseram adeus ao risco de descerem de divisão. Claro que tudo isto é, para já, à condição porque este domingo, em Vila do Conde, há um jogo com o V. Setúbal, que irá interessar bastante tanto aos conimbricenses como aos algarvios.

O Portimonense, que vinha de uma sequência de cinco jogos sem perder, deu novo passo atrás na complicada missão de evitar a despromoção e pode ver os cinco pontos de distância para a linha-de-água aumentar dependendo daquilo que os sadinos possam fazer. Terá sido o adeus à Liga?

Demorou algum tempo a perceber em que esquema Carlos Azenha decidira montar a equipa. Kadi era o ponta-de-lança esperado mas, afinal, jogou sobre a direita enquanto Hélder Castro, a surpresa do onze, era o elemento mais adiantado, mas com muita mobilidade, alternando, de quando em vez, com Pedro Silva na frente de ataque.

A inovação terá surpreendido os estudantes nos primeiros minutos mas estes só podiam queixar-se de si próprios em matéria de ineficácia ofensiva. A equipa até ia trocando bem a bola, com destaque para as aberturas de Bischoff, mas, no último terço do terreno, escasseavam os recursos. Miguel Fidalgo surgia isolado entre uma floresta de pernas algarvia, contando apenas com o apoio de Sougou.

A meia distância foi, por isso, o recurso utilizado para visar a baliza de Ventura e, nesse particular, houve mérito de Pape Sow com alguns remates que impediram o guarda-redes do Portimonense de arrefecer entre os postes.

A falta de um extremo esquerdo de raiz também se fazia sentir - Bischoff não tem as características de Diogo Valente, ausente da partida por castigo -, e mesmo com Addy a tentar equilibrar as acções, o futebol da Briosa era curto.

Claro que o Portimonense agradecia a inoperância da equipa da casa, conseguindo alguns disparos perigosos, primeiro por Kadi e depois por Pedro Silva, sempre muito activo e inconformado. Não era muito mas deixava a Briosa de sobreaviso e relembrava-a que estes algarvios estão agora transfigurados.

Laionel resolve com nota artistica

Ora foi mesmo para o lado esquerdo que entrou Laionel e, com o brasileiro em campo, a música foi outra. Miguel Fidalgo esteve a um passo de inaugurar o marcador, não fosse o corte na hora h de Ruben Fernandes, mas foi mesmo o veloz extremo que assinou o momento da tarde com um golo de calcanhar, que finalmente tranquilizou as quase quatro mil almas que desesperavam nas bancadas.

Seguiu-se a (des)esperada reacção da equipa de Portimão, com Carlos Azenha a «gastar» as opções atacante do banco. Laionel esteve a centímetros do 2-0 mas, na resposta, Lito quase consumava uma pequena traição à ex-equipa com um disparo ao ferro.

Sufoco total para os últimos minutos, com a baliza da casa sob fogo intenso e o guarda-redes Peiser em plano de evidência.

O Jogo: Mesmo que a matemática o contrarie, a Académica terá assegurado ontem a permanência na Liga Zon Sagres, depois de voltar a ganhar em casa mais de cinco meses depois. Mas o triunfo estudantil de fácil nada teve, numa partida que merecia ter tido mais golos, sobretudo por aquilo que se verificou após o intervalo.

Ulisses Morais acabou por ter de resolver o problema da ineficácia ofensiva com uma decisiva ida ao banco para resgatar o salvador do costume: Laionel. O brasileiro - que com o golo de ontem já leva cinco sempre como suplente utilizado, três deles sob a liderança do novo técnico - trouxe profundidade ao ataque de uma equipa que, mesmo com mais posse de bola, sentia imensas dificuldades perante o bloco baixo dos algarvios - o que não significa, necessariamente, que tenha jogado à defesa - e que vivia, acima de tudo, dos óptimos passes de Bischoff e Pape Sow.

O outro pormenor que importa contar é que os visitantes, que não jogaram nada mal, sofreram o único tento quando se encontravam reduzidos a 10 unidades (Hélder Castro estava a receber insistência, após uma falta de Pape Sow). Mesmo assim nunca desistiram, só que as tentativas do irrequieto Lito esbarraram no poste direito e na classe de Peiser.

AAC-OAF: A Académica venceu este sábado o Portimonense por 1-0 em jogo que contou para a 25ª jornada da Liga ZON Sagres. Laionel, já na segunda parte, viria a fazer, de calcanhar, o único golo de uma partida onde a vitória acaba por ser justa e importante para as contas do campeonato, até porque são 9 os pontos que agora separam as duas equipas.

Depois de uma primeira metade onde as ocasiões de golo rondaram, embora não em grande número, ambas as balizas, Ulisses Morais decide substituir Diogo Melo por Laionel no tempo do descanso e essa decisão acabaria por se revelar bastante acertada. O 50 da Briosa foi o sacrificado, ele que até esteve bem perto de marcar aos 44 minutos quando falhou o tempo de salto após um cruzamento de Sougou, e Laionel entrava nas quatro linhas para tentar dar mais vivacidade ao estilo de jogo da Briosa.

E assim foi. O 11 da Académica recebeu o passe de Sougou e, de calcanhar, viria a marcar o único golo do jogo, dando assim os preciosos três pontos aos "estudantes" que assim podem respirar melhor na tabela classificativa.

Até final, a Académica ainda dispôs de oportunidades para elevar a contagem mas verdade seja dita: o Portimonense ainda criou alguns calafrios a Peiser que, felizmente para a Briosa, mostrou mais uma vez estar em grande plano.

Com o apito do árbitro surgiu a confirmação da vitória estudantil que passa a somar 29 pontos na Liga ZON Sagres, mais nove que o Portimonense. 


Destaques

MF:
Laionel
Quando não é de chapéu, é de calcanhar. Deu a vitória na Luz, confirmou o triunfo em Guimarães, arrancou o empate na Choupana, só para dar alguns exemplos. Ter cinco golos (é o terceiro melhor marcador da equipa) quando raramente é titular, confirmam-lhe o epíteto de «arma secreta». E até poderia ter elevado a contagem pessoal, num desvio a passe de Sougou, mas tanto quis colocar a bola que falhou o alvo.

Pape Sow
Um dos jogadores mais incompreendidos do plantel da Briosa, mormente pela impetuosidade que não raras vezes lhe valem cartões e expulsões, surgiu este sábado num papel diferente, o do de «municiador» da equipa e até finalizador. Sem sair da posição a que Ulisses Morais o devolveu (médio defensivo), depois de ter jogado a central com José Guilherme, deu início a algumas boas jogadas da Académica e também esteve muito rematador, sobretudo na primeira parte.

Bischoff
MF: Procurou fazer o papel normalmente atribuído a Diogo Valente, ausente por castigo, mas não foi como extremo que brilhou. Um pouco mais atrás, fazendo uso da boa visão de jogo e capacidade de colocar a bola à distância, logrou algumas aberturas que permitiram dar profundidade ao ataque.

Lito
De volta a uma casa bem conhedida, onde chegou a ser o melhor marcador, o extremo cabo-verdiano empenhou-se ao máximo para marcar, desenhando algumas das principais jogadas ofensivas da equipa. Perto do final, fez tremer os antigos companheiros com um remate ao poste que poderia ter mudado a história do jogo...

Pedro Silva
Mais um antigo jogador da Académica com um bom regresso à cidade do Mondego, dando muito que fazer à defesa da casa, num esquema idealizado por Carlos Azenha que lhe dava grande liberdade de movimentos no ataque. Obrigou, inclusive, Peiser a uma defesa de recurso num remate de longa distância.

O Jogo:

Académica

Bischoff | É a mais recente aposta de Ulisses e, para já, parece mais do que ganha. Começou na esquerda do ataque, mas sempre que foi ao meio pegou na bola e pautou o jogo academista. Excelentes passes de ruptura de um falso lento ao qual só falta um pouco mais de intensidade.

Addy | Correu muito pelo lado esquerdo e se defendeu bem, atacou ainda melhor.

Peiser | Entrou em cena na parte final da contenda e logo para ser decisivo. A defesa que fez ao pontapé de Lito foi determinante.

Pape Sow | Caiu de rendimento no fim, mas os passes a 30/40 metros desbloquearam muito do jogo ofensivo estudantil.

Portimonense

Lito | A idade não passa por ele. No dia em que regressou a Coimbra, assinou uma belíssima exibição à qual só faltou o golo.

R. Fernandes | 90 minutos praticamente sem erros. Além disso, ainda foi providencial o corte que impediu o golo de Miguel Fidalgo.

André Pinto | Não tão bem como o colega do eixo da retaguarda, mas igualmente eficaz.
Opiniões
Ulisses Morais: «Nos noventa minutos, fomos melhores. Fomos mais felizes hoje do que no domingo passado. Quando o adversário se viu em inferioridade numérica, partiu o jogo e tentou tudo. Os jogadores foram inexcedíveis. Quero agradecer aos adeptos, que nunca desistiram, mostraram o quanto vale ser da Briosa. Este grupo vai merecer sempre a minha admiração e o meu respeito. As equipas olham hoje para nós de forma diferente. Quando perdem, os campeões não ficam no chão.»

«As vitórias são sempre importantes e, quando chegam associadas a uma certa segurança, faz-nos crescer ainda mais e leva-nos a creditar ainda mais neste percurso do qual faço parte há cinco semanas. O que tivemos hoje foi só um acréscimo do que já tivemos noutros jogos que foi materializar num golo o nosso ascendente. Tivemos hoje uma ideia de jogo com jogadores diferentes, em posições diferentes, também para provocar e encontrar mais alternativas. Estamos mais perto do sucesso do que da depressão. Uma equipa com intensidade e dinâmica como a nossa não está receosa, mas antes segura. Relaxar, daqui para a frente, não acredito. Mesmo o facto de podermos estar menos condicionados não nos vai levar a olhar para os jogos de forma diferente.»

Carlos Azenha: «Era um jogo importante, nunca pensei perder aqui. Foi um lançamento de linha lateral, para o qual estávamos avisado. A haver um resultado, teria de ser o empate, pelo que fizeram as duas equipas. Na segunda parte, fomos mais agressivos, sofremos um golo quando não o fazia prever, voltámos a mexer na equipa mas não conseguimos fazer o golo. É um resultado negativo, vamos ter de esperar»

«Tivemos um pequeno deslize, quando tínhamos um jogador fora de campo, num lançamento. Sabíamos que a Académica só podiam marcar de bola parada. Na primeira parte, não demos espaço mas também não tivemos muita profundidade ofensiva. Mudámos, continuámos a não dar hipótese cá atrás, e tivemos as melhores oportunidades. Também me parece ter havido um penalty sobre o Pedro Silva. A nossa segunda parte foi fantástica, do ponto vista táctico e do rigor mas a Académica acaba por ser feliz no lance de golo. Talvez não fosse justo sairmos daqui com a vitória mas o justo era empate. Agora, vamos levantar a cabeça e tentar fazer os pontos necessários para que Portimonense não desça. Foi um rude golpe termos perdido aqui hoje. Ao contrário, isto veio dar grande folgo à Académica, que assegurou praticamente a manutenção. Agora tudo vai depender daquilo que o V. Setúbal faça. Não nos basta ganhar pontos, o Vitória terá também de os perder. E, como sabem, o último jogo será um Portimonense - V.Setúbal.»

Laionel, autor de um golo de calcanhar, que valeu a vitória da Académica, este sábado, em Coimbra, sobre o Portimonense:
«Como explico o golo de calcanhar? Acho que é o momento, procuro aproveitar as oportunidades da melhor maneira possível. Temos de esperar sempre uma sobra, já tinha passado uma, com o Pedrinho, em que não entrei, e, com o Sougou, acreditei e fui oportuno. Agora estamos mais tranquilos e também com mais moral para o jogo com o Sporting. Titular ou suplente, é diferente. Claro que quero jogar sempre como qualquer um mas a decisão é do mister. Como titular ou a entrar, vou com o mesmo objectivo. Arma secreta? Não. Sou um jogador à disposição do treinador para ajudar a equipa. Não sei se este foi o meu golo mais bonito, deixo isso para vocês. Cada golo tem um sabor diferente. Este foi mais especial pelo momento que atravessávamos e por a minha esposa estar esperando o nosso filho.É o primeiro golo para ele.»

Lito, ex-jogador da Académica ao serviço do Portimonense, no final da derrota, em Coimbra, este sábado, diante da Briosa:
«Senti-me feliz por regressar. É uma casa onde deixei boas recordações e grandes amigos. Não pensava era regressar assim, queria ter voltado com uma vitória. Mas há que dar os parabéns à Académica. Mais um remate ao poste? Para mim, já é uma sina. Temos de continuar a trabalhar e, com o carácter que mostrámos, temos de acreditar que é possível.»
Lances Chave

18' - Bischoff serve Addy que, do lado esquerdo e à entrada da área, atira junto às malhas laterais da baliza de Ventura

52' - Grande passe de Pape Sow para Addy que, na cara de Ventura, prefere passar para Fidalgo. Valeu o corte de Rúben Fernandes

71' - Cruzamento na direita de Pedrinho e Laionel, de cabeça, a falhar de forma clamorosa

83' - Pedrinho, após passe de Sougou, serve Laionel, que atira ao lado

84' - Lito atira ao poste da baliza de Peiser, após bom movimento para o meio.
Minuto a minuto

90+4' Final da partida.

90+4' Grilo remata em jeito, com a bola a passar ao lado da baliza algarvia.

90+3' Remate forte de Carreño à figura de Ventura.

Vão ser jogados mais quatro minutos na partida.

90' CARTÃO AMARELO para André Pinto.

87' Pires cruza para o interior da área, a bola desvia num defesa da Académica e sobra para Lito, que remate fortíssimo para grande defesa de Peiser.

85' SUBSTITUIÇÃO NA ACADÉMICA. Sai Bischoff e entra Grilo.

85' Confusão na área da Académica, a bola sobra para Patrick que remata por cima da baliza academista.

83' Lito trabalha bem à entrada da área e disfere um remate forte, com a bola a bater no poste direito da baliza de Peiser e a sair pela linha final.

81' A Académica novamente perto do golo. Sougou descobre Pedrinho dentro da área, o lateral serve Laionel que faz a bola passar muito perto do poste direito da baliza de Ventura.

80' Patrick no lado direito, cruza para a área, mas a bola sai muito próxima da trave da baliza de Peiser.

76' SUBSTITUIÇÃO NO PORTIMONENSE. Sai Kadi e entra Mourad.

75' Ricardo Nascimento descobre Pires dentro da área, o avançado consegue espaço, mas o remate sai muito por cima da baliza da Académica.

71' Boa jogada de entendimento do ataque academista, Sougou ganha espaço à entrada da área, mas o remate sai fraco e ao lado da baliza algarvia.

70' Pedrinho cruza do lado direito, a bola chega a Laionel, que cabeceia por cima da baliza de Ventura.

68' Na sequência de um livre direto, Bischoff cruza para o interior da área mas a bola é afastada pela defesa de Portimão.

67' SUBSTITUIÇÃO NA ACADÉMICA. Sai Miguel Fidalgo e entra Carreño.

Na segunda parte o jogo ganhou outra vivacidade, com as duas equipas a conseguirem chegar mais perto da balizas adversárias.

65' SUBSTITUIÇÃO NO PORTIMONENSE. Sai Pedro Silva e entra Patrick.

64' Na cobrança de um livre direto, Pedro Silva remate ligeiramente por cima da baliza de Peiser.

61' SUBSTITUIÇÃO NO PORTIMONENSE. Sai Hélder Castro e entra Pires.

60' Kadi aparece isolado fente a Peiser, o avançado cruza para o meio, mas Pedrinho antecipa-se ao ataque do Portimonense e corta a bola para canto.

58' GOLO DA ACADÉMICA. Sougou surge sozinho do lado direito, o senegalês descobre Laionel dentro da área, que responde ao cruzamento com um monumental toque de calcanhar para o fundo da baliza algarvia. Mais um golo de classe do brasileiro.

55' CARTÃO AMARELO para Habib.

51' Habib descobre Addy dentro da área, o ganês serve Miguel Fidalgo que já se preparava para encostar para a baliza, quando surge um defesa algarvio a cortar em cima da linha.

Estão presentes no Estádio Cidade de Coimbra 3.919 espetadores.

49' Portimonense muito perto do golo. Ricardo Nascimento, do lado esquerdo, cruza para o interior da área, onde surge Lito a cabecear para defesa atenta de Peiser. A bola sobra ainda novamente para o cabo-verdiano mas Luiz Nunes afasta o perigo.

45' Começa a segunda parte. Sai o Portimonense.

SUBSTITUIÇÃO NA ACADÉMICA. Sai Diogo Melo e entra Laionel.

Laionel tem estado a efetuar exercícios de aquecimento durante o intervalo e perspetiva-se a sua entrada no início da segunda parte.

Intervalo

A Académica teve sempre mais posse de bola e dominío territorial durante a primeira parte. Mas essa superioridade não se traduziu em grandes ocasiões para marcar. O Portimonense, a partir da segunda metade do período recolheu ao seu meio campo, apenas tentando alcançar a baliza dos estudantes de longa distância.

45+3' Final da primeira parte.

45+3' Livre marcado por Pedro Silva, com a bola a sair ligeiramente por cima da barra.

45+1' Sougou flete para o centro do terreno e com o pé esquerdo remata para defesa de Ventura.

45' Vão ser jogados mais 3 minutos de compensação.

44' Cruzamento tenso de Sougou, da direita, com Diogo Melo, livre de marcação a falhar o cabeceamento por centímetros.

42' Diogo Melo roda sobre o adversário e é puxado. Livre em ótima posição. Na marcação Bischoff atira por cima.

41' CARTÃO AMARELO para Pedro Silva, por entrada perigosa sobre Bischoff.

38' Habib cruza tenso para o segundo poste, com Bischoff a rematar na atmosfera. Na continuação do lance, a bola sobra para o Portimonense por falta de Diogo Melo.

37' Mais uma vez de fora da área, Ricardo Pessoa, na meia esquerda, atira com a bola a sair para canto.

36' Habib, agora na versão marcador de livres, remata em jeito, á figura de Ventura.

34' Pedro Silva remata de fora da área, descáido para a esquerda, com Peiser a defender a dois tempos

Académica com sinal mais nos últimos minutos, com Portimonense recolhido ao seu meio terreno. No entanto, os estudantes não conseguem criar verdadeiras ocasiões de perigo.

30' Habib, mais uma vez, a testar, de muito longe a atenção de Ventura.

28' Habib enche-se de fé e remata quase do meio-campo, com Ventura a sacudir com dificuldades para a frente.

Académica com algum espaço no último terço de terreno algarvio, mas muito mal no último passe.

23' Elias, do meio da rua e em zona central dispara, com a bola a sair rente ao poste da baliza de Peiser.

Primeiros assobios vindos da bancada, dirigidos a Bischoff por não passar a bola.

Pedro Silva a simular uma grande penalidade. Olegário Benquerença não foi na cantiga do brasileiro.

17' Addy em boa posição, remata rasteiro com a bola a sair ás malhas laterais.

Habib rola no relvado depois de uma disputa de bola com o adversário. Partida interrompida para assistência ao senegalês.

12' Muito perigo para o Portimonense. Kadi trabalha bem á entrada da área e dispara forte para grande defesa de Peiser para canto.

11' Livre marcado por Bischoff, Habib ganha a bola nas alturas e Ricardo Nascimento a cortar a bola para canto. Na sequência, Hugo Morais remata forte de fora da área, mas muito por cima.

Inicío de jogo movimentado com as duas equipas a imprimiremum bom ritmo á partida.

7' Addy cruza tenso com a bola a morrer nas mãos de Ventura.

Pedro Silva está no relvado a contorcer-se com dores. Jogo interrompido. Brasileiro sai de maca para receber assistência.

2' Sougou faz a cabeça em água a Pedro Silva e sofre falta. Uma espécie de canto mais curto. Na marcação Hugo Morais atira por cima.

0' Inicio de jogo. Sai a Académica.
Árbitro

Olegário Benquerença - nota 3

Fraco trabalho - Não foi famoso o desempenho de Olegário Benquerença, tanto disciplinar como tecnicamente. Ficaram vários amarelos por mostrar - o de Pape Sow até podia ter sido de outra cor - e pareceu também haver uma grande penalidade por assinalar a favor dos algarvios, após o agarrão de Diogo Melo a Pedro Silva. O leiriense tinha obrigação de fazer melhor.

31 de janeiro de 2011

2010/11 - Taça de Portugal - 4F - Académica 3 - V Setúbal 2: Briosa nas meias-finais da Taça

Académica 3 - V. Setúbal 2 
Taça de Portugal - 4F
Estádio Cidade de Coimbra
31-01-2010 - 20.30h

ACADÉMICA: Peiser; Pedrinho, Berger, Pape Sow (Luiz Nunes, 65') e Hélder Cabral; Adrien Silva; Diogo Melo e Bischoff; Sougou (Júnior Paraíba, 74'), Éder (Laionel, 80') e Diogo Valente.

Suplentes não utilizados: Ricardo, David Addy, Hugo Morais e Diogo Gomes.
 
Treinador: José Guilherme.

V. SETÚBAL: Diego; Collin, Ricardo Silva, Valdomiro e Miguelito; Silva (Jaílson, 45'); Hugo Leal (José Pedro, 81'), Neca e Djikiné (Zeca, 72'); Pitbull e Brasão.
 
Suplentes não utilizados: Getúlio Vargas, Michel, François e Anderson do Ó.
 
Treinador: Manuel Fernandes.

Ao intervalo: 2-1
Marcadores: Brasão (17), Éder (39), Sougou (44), Bischoff (85, g.p.) e Collin (87).
 
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa), 
auxiliado por Hernâni Fernandes e Ricardo Santos.
Quarto árbitro: José Laranjeira.

CA: Berger (25), Bischoff (70), Hélder Cabral (75), Valdomiro (76), Ricardo Silva (84), José Pedro (90+4) e Peiser (90+5)
CV: -

Espectadores: +/- 2.200

Crónica


MF: Quase 28 anos depois a Académica está de volta a uma meia-final da Taça de Portugal, única prova em que a equipa conseguiu, até agora, ganhar sob o comando de José Guilherme. O sonho de regressar ao Jamor, algo que não acontece à Briosa desde 1969, continua bem vivo em Coimbra. Segue-se o V. Guimarães, a duas mãos, a primeira a ter lugar já para a semana no Minho.

Para o sucessor de Jorge Costa, fica ainda outro registo: conseguiu vencer pela primeira vez uma equipa da Liga, depois de três tentativas falhadas: Paços Ferreira (empate), Benfica e Olhanense (derrotas). A equipa da Lusa Atenas já não ganhava a um adversário do seu escalão há dois meses.


 Do outro lado, Manuel Fernandes perdeu uma oportunidade para prosseguir um feito histórico na carreira. Há 11 anos, atingiu as meias-finais com o Sporting, mas ainda lhe falta uma presença na final como técnico. Paciência, Manel, fica para a próxima!

Brasão assusta mas estudantes viram o resultado

O V. Setúbal teve uma entrada a todo o gás na partida, conseguindo explorar as dificuldades do lado direito da Briosa através da velocidade de Brasão, de longe o melhor sadino em campo. O brasileiro ameaçou, Peiser ainda evitou estragos mais cedo, mas não chegou para tudo. O golo, todavia, foi marcado em posição irregular. Os sadinos tomavam a dianteira do marcador e jogavam a seu bel-prazer, dando a sensação que poderiam chegar ao segundo a qualquer momento.

A Académica recompôs-se e, aos poucos, foi empurrando o adversário. A defesa espadaúda de Setúbal começou a vacilar e Éder, que já estava farto de tentar, conseguiu chegar ao empate com um golo, para não variar, também em fora-de-jogo. Os comandados de José Guilherme tomaram-lhe o gosto e, cinco minutos volvidos, Sougou virou o marcador. Vantagem importante ao intervalo, perante um Vitória agora atordoado.

No regresso dos balneários, já se sabia que dificilmente a partida manteria o ritmo da primeira parte. A Briosa apostava no controlo de jogo mas não deixava de «cheirar» o terceiro, para poder descansar. Mas o nervosismo da defesa da casa voltou a fazer-se sentir, valendo um enorme Peiser, em noite de grande inspiração. Pape Sow saiu lesionado, dando lugar a Luiz Nunes e os minutos finais foram de grande sofrimento para a turma estudantil. Seguiu-se Sougou, pelos mesmos motivos, e os receios dos apaniguados conimbricenses avolumaram-se

Uma grande penalidade, convertida por Amaury Bischoff, voltou a dar folgo à Académica. Collin reduziu pouco depois e o coração passou a mandar na partida. Os cinco minutos de descontos pareceram intermináveis, Paraíba deixou os adeptos à beira de um ataque de nervos ao falhar perante Diego, mas o resultado não se alterou.

AAC-OAF:
A Académica está nas meias-finais da Taça de Portugal! A Briosa venceu, com toda a justiça, o Vit. Setúbal por 3-2 e nem o facto de os sadinos terem estado em vantagem impediu os "estudantes" de conseguirem a reviravolta no marcador e partir para uma exibição que encheu de festa as bancadas do Estádio Finibanco Cidade de Coimbra.

Brasão ainda colocou em sentido a equipa de José Guilherme quando, à passagem do minuto 15, fez o primeiro da noite mas a verdade é que a Académica nunca pareceu perder o domínio do jogo e era uma questão de tempo até inverter o rumo dos acontecimentos. Claro que, para isso, muito contribuiu a força positiva que veio das bancadas onde a Mancha Negra foi incansável do princípio ao fim, dando aos jogadores o apoio necessário para seguir em frente na prova.

José Guilherme reconheceu, no final do jogo, a importância dos Sócios e adeptos da Briosa que tiveram o primeiro motivo para festejar quando Éderzito fez o empate aos 39 minutos, após livre de Diogo Valente.

Ainda antes do intervalo, foi a vez de Sougou concluir da melhor maneira um longo passe de Hélder Cabral que, diga-se, foi meio golo. O 18 da Briosa teve a arte de desfeitear Diego e assim completar a reviravolta no marcador e passar a Académica para a condição de vencedora, condição essa que nunca mais largou.

Na etapa complementar, o Vit. Setúbal surgiu mais afoito, dispôs de algumas oportunidades para marcar mas Peiser estava em grande. O guardião francês parou com sucesso quase todas as investidas do ataque sadino e José Guilherme aproveitou o balanceamento do ataque forasteiro para lançar em campo Júnior Paraíba e Laionel, jogadores que foram fundamentais na jogada que deu origem ao terceiro golo.

Laionel foi carregado dentro da área e Bischoff, na marca do castigo máximo, não vacilou e fez o 3-1. A festa surgia no Estádio Finibanco Cidade de Coimbra e nem o golo de Collin, que fez o 3-2, impediu que no final a Académica festejasse a passagem às meias-finais da Taça de Portugal, onde irá defrontar o Vit. Guimarães.

O Jamor aqui tão perto...


Destaques



Opiniões





José Guilherme (Académica):

«Era isso que pretendíamos, passar às meias-finais, por isso estou satisfeito. A nossa entrada não foi má mas quando sofremos o golo abanámos um bocadinho mas a equipa conseguiu reagir e virar o jogo, o que foi excelente e mostrou capacidade anímica dos jogadores, confiança e vontade de ir em frente. Depois, podíamos ter feito o terceiro mais cedo e acabámos por sofrer um golo quando não podíamos. Os adeptos ajudaram-nos muito porque puxaram pela equipa nos momentos mais críticos, como quando estivemos a perder e na fase final da partida. Queríamos agradecer e faremos tudo por eles, como eles fizeram por nós. Jamor? É o sonho de qualquer um, vamos tentar lá chegar, temos toda a legitimidade de pensar nisso, assim como o V. Guimarães.

Manuel Fernandes (V. Setúbal):

«Entrámos bem no jogo, dominámos, fizemos um golo e falhámos duas vezes o segundo, enquanto Académica não tinha feito muito até então, embora tivesse a atacar mais. Bom jogo, duas boas equipas discutiram resultado até ao fim, Sofremos dois golos fortuitos e o terceiro foi quando procurávamos o empate, numa infantilidade demos um penalty. Mas saio satisfeito com os jogadores, que lutaram de igual para igual no campo do adversário. A vitória poderia pender para qualquer dos lados. Foi dos melhores jogos que fizemos na Taça de Portugal mas o futebol é fértil nestas coisas.»

Éder, jogador da Académica:
«Foi uma vitória importante, estávamos a precisar dela. Era importante para nós e para a nossa massa associativa, que compareceu e estamos muito contentes por isso. Fizemos um bom jogo, a equipa mostrou muita entreajuda e entrega. Guimarães? Vamos tentar fazer um bom resultado lá, se possível a vitória, para depois resolver aqui. Queremos chegar à final e temos todas as possibilidades. É um jogo de 50/50 mas estamos motivados e com grande vontade de vencer.»

Amaury Bischoff, autor do terceiro golo na vitória frente ao Setúbal (3-2), reconheceu que este resultado é muito importante para a Académica, visto que garantiu a presença nas meias-finais da Taça de Portugal, algo que não acontecia há 28 anos.

«Fizemos um grande jogo frente a uma boa equipa. É uma excelente vitória para o clube e para todos nós. Depois, este resultado traz mais confiança para futuros desafios», afirmou Amaury Bischoff, em declarações à Sporttv.

O médio ofensivo reconheceu que atravessa o melhor período ao serviço da Académica: «É a minha melhor fase. Joguei três ou quatro jogos seguidos e estou mais confiante. Vou continuar a trabalhar nesse sentido.»

Lances Chave



Minuto a minuto

90+5' Final da partida.

90+4'CARTÃO AMARELO para Peiser.

90+3' CARTÃO AMARELO para José Pedro.

90' Vão ser jogados mais cinco minutos no Estádio Cidade de Coimbra.

89' Jogada de contra-ataque da Briosa, com Júnior Paraíba isolado perante Diego, a permitir a defesa ao guardião sadino.

87' GOLO DO SETÚBAL. Após jogada de insistência na área da Académica, Jaílson, serve Collin, que só teve que encostar para a baliza deserta e reduzir a desvantagem.

85' GOLO DA ACADÉMICA. Na conversão de uma grande penalidade, Bischoff faz o terceiro da Briosa.

82' Cruzamento de José Pedro para a cabeça de Jailson com a bola a saír ao lado.

81' SUBSTITUIÇÃO NO SETÚBAL. Sai Hugo Leal e entra José Pedro.

81' SUBSTITUIÇÃO NA ACADÉMICA. Sai Éder e entra Laionel.

79' Canto cobrado por Bischoff, Berger cabeceia a bola para o fundo das malhas da baliza sadina, mas o árbitro assinala falta do austríaco.

78' Mais uma vez Diogo Valente, com um cruzamento para o coração da área, onde aparece Paraíba a rematar contra um defesa sadino.

77' CARTÃO AMARELO para Valdomiro.

75' SUBSTITUIÇÃO NA ACADÉMICA. Sai Sougou e entra Júnior Paraíba.

71' SUBSTITUIÇÃO NO SETÚBAL sai Djikiné e entra Zeca.

69'CARTÃO AMARELO para Bischoff.

63'Pedrinho perde a bola em zona proibida. O Setúbal no desenvolvimento da jogada podia ter marcado, mais uma vez por Brasão, mas Peiser a negar novamente o golo.

60' Brasão desmarca-se perante Habib, e na cara de Peiser, permite a defesa do guarda-redes academista.

58' Novamente Diogo Valente a cruzar, a bola chega a Adrien, que na zona de penalty, remata forte, com a bola a desviar num defesa sadino e saír para canto.

58' Diogo Valente cruza tenso, na meia esquerda, com Éder a falhar o desvio.

55'Diogo Valente marca um livre, com Diego, tranquilo a segurar.

50' Cruzamento tenso de Diogo Valente para a pequena área, Diego não segura á primeira e quase permitia a Éder faturar.

49' Adrien serve Bischoff, que na carreira de tiro, em zona frontal, remata em jeito, ao lado da baliza sadina.

45' Começa a segunda parte. Sai a Briosa.

SUBSTITUIÇÃO NO V.SETUBAL. Sai Silva e entra Jailson

Intervalo

45+2' Termina a primeira parte.

45' Vão-se jogar mais dois minutos na primeira parte.

44' GOLO DA ACADÉMICA. Excelente passe de Hélder Cabral a isolar Sougou que, já dentro da área, desvia a bola de Diego para a baliza do Vitória.

41' Remate forte de Pitbull, mas a bola sobe e passa por cima da baliza de Peiser.

39' GOLO DA ACADÉMICA. Na marcação de um livre, Diogo Valente coloca a bola na área do Vitória, Berger desvia para Éder, que remata para o fundo da baliza sadina.

36' Na cobrança de um livre direto, Diogo Valente remata forte mas por cima da baliza sadina.

31' Hugo Leal lança Djikiné no lado esquerdo do ataque sadino, mas o médio remata fraco e ao lado da baliza academista.

28' Bischoff descobre Diogo Valente na esquerda, o extremo cruza para o lado oposto onde estava Sougou, mas o senegalês não conseguiu acertar com a baliza.

26' Na sequência de um livre direto, Pitbull faz a bola passar muito perto da baliza de Peiser.

25' CARTÃO AMARELO para Berger.

24' Grande passe de Bischoff para Pedrinho, o lateral cruza para dentro da área sadina mas a defesa do Vitória estava atenta e corta para canto.

19' Excelente trabalho de Adrien no meio-campo, o médio coloca a bola em Éder, que à entrada da área remata cruzado, com a bola a passar muito perto da baliza de Diego.

18' Pitbull descobre novamente Brasão dentro da área da Académica e o avançado remata para boa defesa de Peiser.

15' GOLO DO VITÓRIA DE SETÚBAL. Pitbull isola Brasão, o avançado brasileiro ultrapassa Peiser e encosta a bola para dentro da baliza da Académica, perante a passividade de Habib.

10' Adrien combina bem com Diogo Valente, mas Diego estava atento e antecipa-se ao extremo academista.

6' Diogo Melo recebe a bola dentro da área do Vitória, tenta cruzar para Éder mas aparece Valdomiro a cortar a bola para longe.

4' Brasão, lançado por Neca, remata para... a linha lateral.

2' Collin, bate a bola em direção à área da Académica, onde um desentendimento entre Habib e Berger, possibilita a chegada da bola a Brasão. O avançado brasileiro só não inaugurou o marcador devido a uma excelente intervenção de Peiser.

0' Início da partida. Sai o Vitória de Setúbal.

A claque da Académica, Mancha Negra, exibe a mensagem "Finalmente em Coimbra os sonhos começam a realizar-se. Novo Hospital Pediátrico. Venham os próximos sonhos. Metro Mondego e JAMOR".

O Vitória conta hoje com o apoio de algumas centenas de adeptos que se deslocaram de Setúbal. Já a Académica, apesar do apelo do treinador, a menos de dez minutos do início do encontro ainda não conta com muito público nas bancadas.

Árbitro

Hugo Miguel (AF Lisboa) - nota 2

5 de novembro de 2010

Bischoff e Addy com mazelas

A grande novidade do treino da Académica desta manhã é ausência de Bischoff, devido a uma entorse no tornozelo direito.

Já a meio da sessão, Addy teve de abandonar o relvado, após disputa de bola, tendo contraído um traumatismo na perna direita.

Ambos os jogadores serão reavaliados amanhã, antes do treinador Jorge Costa elaborar a lista de convocados para o jogo com o Portimonense, no Algarve, agendado para as 21.15 horas de sábado.

19 de outubro de 2010

Bischoff salvou Académica com livre inspirado em Diego

Se os heróis da Taça são aqueles jogadores dos clube mais pequenos que, com golos, ajudam a derrubar os chamado «gigantes», então, esta estória é sobre um... anti-herói. Neste caso sobre um jogador, de um denominado grande, que contribuiu para fazer prevalecer a lógica, pese o eventual travo a injustiça para o Cesarense. O golo de Amaury Bischoff é para aqui chamado, neste caso, por ter significado um grande momento de futebol. Mesmo em cima dos 120 minutos, o luso-francês, que continua à procura da afirmação em Coimbra, arrancou um tremendo pontapé, na cobrança de um livre directo, e evitou a caminhada para as grandes penalidades, quiçá a eliminação da Académica da Taça de Portugal. Um momento sublime, festejado quase com raiva pelo médio, como que a dizer: estou aqui!
«É sempre bom, para qualquer jogador, poder fazer golos, até porque eu tenho marcado por todos os clubes onde passei [faltava pela Académica] e isso dá-me mais confiança para o futuro, mas não posso esquecer que tenho toda uma equipa por trás de mim. Não se tratou da qualificação do Amaury Bischoff mas da Académica», refere o jovem médio ao Maisfutebol.

Diego e Fabregas como mestres
O golo, afiança, não foi obra do acaso. «Sempre gostei de treinar livres e, quer no Arsenal, quer no Werder Bremen, ficava muitas vezes até mais tarde a batê-los na companhia de grandes jogadores. Houve um que me inspirou bastante, o Diego. Em 10, conseguia meter uns sete ou oito na gaveta. Era impressionante. Depois, já em Londres, treina-os com o Fabregas, que já tem outro estilo. Como colegas destes, só podemos aprender e progredir», conta, entusiasmado, o camisola 10 dos estudantes.
Sem esconder as saudades desses tempos em que convivia com grandes nomes do futebol mundial, Bischoff acredita que ainda pode, durante os pouco mais de seis meses que lhe faltam de contrato com a Briosa, provar que merece ser opção regular para Jorge Costa: «Passei cinco anos a tratar por tu alguns dos maiores jogadores da Europa e se estive nesses clubes é, certamente, porque tenho qualidade. Estou cheio de vontade de jogar e ajudar a equipa. Sei das minhas potencialidades e acredito que posso ser útil. Vou continuar a trabalhar para mostrar ao treinador que pode confiar em mim e não estou aqui para passar férias.»
Amaury Bischoff foi um dos jogadores que voltou esta segunda-feira ao trabalho na Académica, num treino em que o único ausente foi Sissoko, novamente chamado à selecção de sub-20 da Costa do Marfim. Esta semana marcará o regresso da equipa ao Estádio Cidade de Coimbra, agora equipado com um novo relvado. É possível que o plantel experimente o tapete verde nesta quarta-feira, uma vez que há jogo na sexta, com o Nacional.
Jorge Costa deverá promover algumas alterações no onze, sendo de esperar os regressos do capitão Orlando, para o lugar de Luiz Nunes, que se estreou em jogos oficiais esta época no último domingo, de Nuno Coelho, em vez de Pape Sow, e de Sougou para substituir Laionel.

17 de outubro de 2010

2010/11 - Taça de Portugal - Cesarense 1 - Académica 2: Emoção da taça em Cesar

Cesarense 1 - Académica 2
Taça de Portugal Millenium- 3ª Eliminatória
Estádio do Mergulhão - Cesar
17-10-2010- 15h

Cesarense: Marco; Américo, Diogo, Careca (Letz 108') e Hugo; André Moreira, Hélder e Toninho; Renan (Ricardinho 64'), Joca e Mauro (Ayrton 84')

Suplentes: David, Tiago, Steeve e Eduardo.

Treinador: José Pedro

Académica: Peiser; Pedro Costa, Luiz Nunes, Berger e Hélder Cabral; Pape Sow ( Bischoff 63'), Diogo Melo e Hugo Morais; Laionel (Júnior Paraíba 91'), Miguel Fidalgo (Éder 63') e Diogo Valente.

Suplentes: Ricardo, Amoreirinha, David Addy, Diogo Gomes.

Treinador: Jorge Costa

Ao intervalo: 0-1
Aos 90': 1-1

Marcadores: Diogo Valente 27', Toninho 54', Amaury Bischoff 120'

Árbitro: André Gralha (AF Santarém)
CA: Pape Sow 56', Renan 57', Pedro Costa 72', Hélder Cabral 74', Diogo 75', Luiz Nunes 83', Éder 98', Berger 120'.
CV:

Espectadores: 2500 (nº provisório)

Crónica

As medidas de austeridade adoptadas pela Académica de Coimbra iam explodindo nas suas próprias mãos. Só um pontapé de Amaury Bischoff aos 120 minutos, genial e injusto, afastou o Cesarense da Taça de Portugal.
Os estudantes cortaram na entrega, na despesa física e na beleza do futebol. Foram quase sempre inferiores a um oponente teoricamente mais fraco e não mereciam, longe disso, tamanha recompensa.


Objectivamente, ninguém ousaria dizer que há dois escalões a separar Cesarense e Académica. Por um dia, um domingo especial, o apartheid futebolístico deixou de fazer sentido. Não houve segregação ou preconceito de qualquer espécie no relvado do Mergulhão. Prova mais do que provada que esta Taça de Portugal ainda é o arauto da democracia do nosso futebol.
Relva amarelada e irregular, uma única bancada, o peão recheado de gente e um entusiasmo genuíno e incontrolável nas gentes de Cesar. Bem-vindos ao país real, ao Portugal do futebol autêntico e à terra onde o «nunca» é palavra proibida.
Neste enquadramento há coisas bem mais importantes do que a táctica. Lembramo-nos de umas quantas, tantas vezes confundidas com lugares-comuns: atitude, concentração, superação dos limites. Uma equipa que beba estes antídotos, uma espécie de cocktail mágico, merece o respeito e a consideração máxima dos opositores.
O Cesarense sorveu sôfrego o elixir composto por três palavras e a Académica sofreu a bom sofrer.

O milagre de Peiser antes da aparição de Bischoff
Do equilíbrio inicial sobrou apenas o golo de Diogo Valente, competente a aproveitar algum deslumbramento dos cesarenses. O resto foi equilíbrio, luta, entrega e despique olhos nos olhos. E se, até ao intervalo, pouco havia a apontar à Académica, na segunda parte a conversa muda de figura.
O Cesarense foi muito, muito superior na etapa complementar, e merecia bem mais do que o golo de Toninho. Organizada, com um belo guarda-redes e uma dupla de centrais forte, a equipa da II divisão merecia ter ganho e evitado o prolongamento. Um milagre duplo de Peiser, já no período de descontos, adiou a decisão para o tal pontapé esculpido em injustiça de Amaury Bischoff.
O Cesarense não merecia perder, muito menos com um golo sofrido aos 120 minutos. Merece, isso sim, o aplauso generalizado. Esta equipa é a prova viva do quão bem se pode trabalhar com um plantel semi-profissional.
_____________
A Académica só conseguiu ultrapassar hoje o Cesarense (2-1), da II divisão, com um golo no último minuto do prolongamento, em encontro da terceira eliminatória da Taça de Portugal, disputado em Cesar.
Os visitantes entraram em jogo com vontade de inaugurar o marcador o mais rápido possível, mas do outro lado, encontraram um Cesarense com uma defensiva muito organizada e com rápidas saídas para o contra-ataque.
Aos 27 minutos, a Académica inaugurou o marcador: Diogo cometeu um erro clamoroso, falhando a interceção de uma bola aparentemente fácil de dominar, ao deixar isolado Diogo Valente, que, com calma, marcou.
A primeira parte termina com o Cesarense mais forte no seu meio-campo, a tentar igualar o marcador, causando alguns problemas para a defensiva da Académica.
A segunda parte começou com os mesmos jogadores que foram para o intervalo e com o Cesarense a igualar o marcador.
Aos 54 minutos, à entrada da grande área, Toninho apontou o golo da igualdade, num remate colocado para o poste direito da baliza dos estudantes. O Cesarense esteve perto, depois, perto de passar para a frente o marcador, aos 72 minutos, num lance algo confuso, com a bola a raspar no poste esquerdo, mas o final do tempo regulamentar chegou empatado.
No prolongamento, as equipas dividiram o jogo a meio-campo, com alguns lances de perigo para as duas balizas.
Quando já se esperava o apito final e as grandes penalidades, um livre direito de Amaury Bischoff qualificou o onze de Jorge Costa, para grande desgosto dos adeptos locais.
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Mancha pediu satisfações


Apesar da vitória e do apuramento para a quarta eliminatória da Taça de Portugal, elementos da Mancha Negra foram pedir satisfações no final do jogo a alguns jogadores, tendo ainda dialogado com Jorge Costa. Durante a segunda parte foi perceptível algum desconforto por parte da claque, que se chegou a manifestar junto ao banco.


Destaques

Cesarense

Hélder 6
Foi um pêndulo à frente da defesa. Ganhou quase todos os lances que disputou.


André Moreira 6
Dos médios mais recuados, foi o que mais liberdade teve. E percebeu-se porquê. Além disse, cobra bem os livres directos.


Toninho 6
Mais do que o golo que apontou a um adversário do escalão principal, os principais lances de perigo do Cesarense passaram pelos seus pés. Um jogador acima da média.

Académica

Berger 6
Foi um exemplo para os companheiros de retaguarda. Nunca perdeu a calma e foi um verdadeiro líder.


Diogo Melo 6
Foi perdendo protagonismo com o decorrer do desafio, mas foi dos que melhor trataram a bola. Com o desgaste acumulado, procurou guardá-la.


Hugo Morais 6
Também sentiu nas pernas o peso dos 120 minutos. Mesmo assim, nunca perdeu o norte e foi dos que mais remaram contra a maré.


Opiniões

Jorge Costa não estava nada satisfeito com a exibição da sua equipa em Cesar. O treinador da Académica lamentou a qualidade da exibição dos seus pupilos e disse mesmo ter retirado «algumas conclusões» importantes para o futuro.


«Sabíamos que ia ser um jogo difícil. Estávamos preparados para isso. Entrámos bem, marcámos e depois facilitámos. O Cesarense reagiu bem. Fizemos uma segunda parte má e um prolongamento muito mau. Vencemos com muita felicidade. Podíamos ter sofrido um segundo golo no tempo regulamentar. A única felicidade é ter ganho e passado. Temos de tirar muitas conclusões deste jogo. Não é este o caminho que quero. Não me chega que os jogadores dêem tudo. Não soubemos gerir a vantagem e ter bola. Perdemos a organização. A vitória é muita feliz.»  ____________________________
José Pedro, treinador do Cesarense, era um homem frustrado após a derrota frente à Académica. Uma derrota «injusta», segundo disse aos jornalistas. Para o técnico, o Cesarense podia muito bem ter anho «por três golos de diferença».
 
«Temos de estar contentes com o que fizemos e saímos de cabeça erguida. Naquela altura em que surge o golo da Académica, já não esperávamos perder. Acreditámos que podíamos ganhar, criámos várias oportunidades, mas o que conta é a bola que entra no meio dos três paus. Sinto-me frustrado. Não merecíamos perder. Merecíamos, isso sim, ganhar por uma diferença de três golos.»
  ____________________________
Diogo Valente, jogador da Académica, em declarações após a vitória por 1-2 em Cesar:
 
«Na primeira parte fomos superiores e podíamos ter resolvido o jogo. Depois o Cesarense marcou e teve uma grande atitude. Nesse período não estivemos tão bem. Não esperávamos ter de sofrer tanto. Podemos fazer muito melhor e estou certo que vamos melhorar. Já marquei em três competições e sinto-me feliz por isso. Eles pediram fora-de-jogo no meu golo, mas parti três/quatro metros atrás do último defesa.»

Lanches chave

27' [0-1] Hélder Cabral desmarca Diogo Valente. O extremo não se faz rogado e, isolado, bate Marco.


53' [1-1] Toninho, à entrada da área, recebe a bola e, apesar da oposição, remata colocado, com a bola a entrar junto ao poste direito da baliza de Peiser.


72' Peiser defende para as costas de Luiz Nunes; a bola bate no poste esquerdo.
  
O MOMENTO: 120+1' [1-2]

Bischoff assumiu e resolveu


Tudo se preparava para os penáltis, mas Bischoff não pensava assim. O médio ganhou a falta e assumiu a responsabilidade de bater o livre directo, assinando um belo golo.


Árbitro

 André Gralha (AF Santarém)
Sem critério- Não se pode dizer que André Gralha tenha tido qualquer influência no desfecho final, mas o critério disciplinar do árbitro de Santarém deixou um pouco a desejar. André Gralha demorou a puxar dos cartões, mas, quando o fez, começou a mostrá-los quase por tudo e por nada. Podia e devia ter feito melhor.

19 de maio de 2010

Bishoff, Gonçalo e Fofana mostram-se a Villas Boas

A Académica continua a trabalhar à porta fechada, apesar de já não ter qualquer compromisso oficial no horizonte. Na sessão desta terça-feira foram mais três os atletas que voltaram a integrar-se no plantel principal, depois de terem sido emprestados durante a época agora finda: Amaury Bishoff (Desp. Aves), Gonçalo e Fofana (Santa Clara).

Este trio juntou-se assim a Licá e Júlio César, que já tinham regressado na semana passada, após terminarem o período de cedência ao Trofense e ao Desp. Aves, respectivamente. Estes jogadores, entre outros, serão observados em competição na quinta-feira, num jogo particular com o Carapinheira. Até lá, a Briosa continuará a trabalhar longe de olhares indiscretos.
Em contrapartida, há atletas que já foram dispensados, como Lito e Sougou, para poderem juntar-se às respectivas selecções nacionais, enquanto Luiz Nunes, como é sabido, foi autorizado a começar as férias mais cedo.

Também há quem esteja a recuperar de lesões, casos de Bruno Amaro, Orlando, Ricardo, Cris, Miguel Fidalgo ou Nuno Coelho (operado ao menisco na segunda-feira).

18 de maio de 2010

Bischoff regressa hoje a Coimbra

APESAR DE NÃO SABER SE CONTINUA NO PLANTEL

Amaury Bischoff é uma das grandes incógnitas no plantel dos estudantes para a próxima época. O luso-francês, de 23 anos, contratado no último verão, não convenceu nos primeiros quatro meses em Coimbra e foi emprestado, em Janeiro, ao Aves.
Depois de cinco dias de folga, a Briosa regressa, hoje de manhã, para as últimas sessões de trabalho da temporada e só entra de férias na quinta-feira à noite, após o jogo particular com o Carapinheirense. E Bischoff realizará os últimos treinos da época, mesmo não sabendo se fará parte do próximo plantel. Caberá a Villas-Boas - caso continue no comando técnico - a decisão. Certo é que a ser afastado do grupo, a Briosa não enjeitará novo empréstimo ou partirá para a rescisão do contrato, válido por mais uma época.

12 de maio de 2010

Treino contou com «reforços» Licá e Júlio César

A Académica voltou nesta terça-feira aos treinos, para cumprir a penúltima semana de trabalhos, antes das férias. De acordo com uma nota no site do clube, a grande novidade do apronto residiu nas presenças do médio Júlio César e do avançado Licá, que estavam emprestados ao Desp. Aves e Trofense (Liga de Honra), respectivamente. Também Amaury Bischoff era aguardado, mas ficou retido com a equipa nos Açores, não devendo também, apurou o Maisfutebol, comparecer nesta quarta-feira, devido à crise aérea.
André Villas Boas aproveita, assim, para constatar, de perto, a evolução destes jogadores, sobretudo a de Júlio César, que não chegou a treinar, já que foi cedido logo no início da época, ao contrário dos outros dois, emprestado já este ano, em Janeiro. Como vem sendo habitual, os juniores Ricardo Alves e Sissoko participaram igualmente nos trabalhos, assim como Fábio Santos, atleta que esteve ao serviço do clube satélite da Briosa, o Tourizense.
No final da sessão, e no seguimento de uma das tradições da Queima das Fitas, alguns alunos da Universidade de Coimbra cumpriram a Venda da Pasta, destinada a ajudar as crianças da Casa de Infância Doutor Elysio de Moura. Seguiu-se o almoço de encerramento da época, entre o plantel, funcionários e dirigentes.
Os estudantes realizam nesta quarta-feira o último treino da semana, novamente à porta fechada, no Estádio Finibanco Cidade de Coimbra. Os jogadores ainda voltarão aos trabalhos na próxima terça-feira, por forma a preparar o último acto oficial da época, num jogo particular na Carapinheira, dia 20, que servirá inaugurar o campo sintético do clube local. A seguir ao jogo, a equipa entrará de férias.

21 de outubro de 2009

Bischoff recupera para o Dragão em treino sintético

A Académica deu início na manhã desta terça-feira à preparação para o jogo com o F.C. Porto, no Dragão, agendado para o próximo domingo, num treino diferente, já que André Villas Boas, provavelmente para poupar o relvado principal, decidiu ministrar a sessão num dos campos sintéticos da academia.
A maior novidade residiu no regresso de Amaury Bischoff, uma semana depois de ter sofrido uma contractura na coxa esquerda. Pelo menos durante os cerca de 15 minutos abertos ao público, foi possível ver o luso-francês evoluir sem limitações, ao contrário de Luiz Nunes que continua a fazer corrida, sob as ordens do fisioterapeuta Miguel Rocha.
Quem não vai poder jogar no Dragão é Miguel Pedro, devido à entorse sofrida durante o jogo com o Portimonense, sendo a segunda baixa para o jogo já que Bruno Amaro há muito se encontra fora das opções.

16 de outubro de 2009

Bischoff e Cris já correm

André Villas Boas orientou esta quinta-feira o segundo treino na Académica. O novo técnico já prepara a recepção ao Portimonense (15 horas), a contar para a Taça de Portugal.

Nos apenas 15 minutos abertos à Comunicação Social, foi possível ver Bischoff (que recupera duma contractura da face posterior da coxa esquerda) e Cris (inflamação do tendão de Aquiles esquerdo) a fazerem corrida em volta do relvado.

Foi possível ainda identificar a introdução de novos métodos de trabalho na equipa, que poderão ver-se domingo quando Villas Boas se estrear no banco da Briosa.

Pelas 12h30 um jogador falará à Imprensa em antevisão ao jogo com o Portimonense, a contar para a terceira eliminatória da prova.

12 de outubro de 2009

Bischoff forçado a abandonar treino mais cedo

Decorria ainda o período de aquecimento quando, subitamente, Amaury Bischoff sentiu uma picada na parte posterior da coxa esquerda e atravessou o relvado para se dirigir ao banco, onde foi observado e acabou por ficar a assistir ao resto do treino.
O jovem internacional está, por conseguinte, entregue aos cuidados do departamento clínico, que irá reavaliá-lo nas próximas horas, não se sabendo para já qual o tipo de lesão que sofreu.
A semana de preparação para o jogo da Taça de Portugal, frente ao líder da Liga de Honra, o Portimonense, começa, assim, com uma contrariedade para Zé Nando, que não sabe ainda se poderá contar com o central Luiz Nunes, ausente da equipa há quatro jogos, devido a uma lombalgia. Nesta segunda-feira, o brasileiro limitou-se a trabalhar à parte, sob orientação do fisioterapeuta Miguel Rocha.

23 de setembro de 2009

2009/2010 - 06J - Bischoff espreita onze

Dos reforços da Académica para esta temporada, só falta estrear o médio Amaury Bischoff, de 22 anos, convocado para o último jogo (empate caseiro, 1-1, com o Belenenses), mas não chegou a sair do banco.

Bischoff foi contratado em cima do fecho de inscrições, lesionando-se dias depois, voltando agora aos disponíveis. Em Vila do Conde, Rogério Gonçalves poderá chamá-lo pela primeira vez.

15 de setembro de 2009

Bischoff pronto para defrontar Belenenses

Amaury Bischoff está recuperado do respectivo problema e hoje cumpriu o treino da Académica sem apresentar limitações, pelo que o médio português poderá ser opção para defrontar o Belenenses, na próxima jornada da Liga portuguesa.


A contractura na face posterior da coxa direita que limitava Bischoff faz parte do passado e o jogador já teve a oportunidade de trabalhar ao lado dos restantes colegas.

9 de setembro de 2009

Amaury Bischoff falha Olhanense

O luso-francês Amaury Bischoff não vai recuperar a tempo da deslocação da Académica ao Algarve para defrontar o recém-promovido Olhanense.

Bischoff fez uma contractura na coxa direita e não vai estar à disposição de Rogério Gonçalves para jogo da 4.ª jornada da Liga.

De qualquer forma o clube o jogador estaria sempre condicionado pela chegada do certificado internacional que é aguardado esta semana, assim como o de João Ribeiro.

8 de setembro de 2009

Amaury Bischoff com estreia em risco

O médio da Académica Amaury Bischoff está em risco de falhar o jogo de domingo com o Olhanense, da quarta jornada da Liga portuguesa de futebol, devido a contractura na face posterior da coxa direita.

O internacional Sub-21, um dos últimos reforços dos "estudantes", que deveria estrear-se nos convocados de Rogério Gonçalves, treinou hoje condicionado, fazendo apenas corrida, acompanhado do fisioterapeuta Miguel Rocha.

28 de agosto de 2009

Rogério Gonçalves: "Só a vitória interessa"

O treinador da Académica, Rogério Gonçalves, quer vencer no domingo o Sporting, em casa, consciente de que a equipa adversária terá as mesmas ambições no jogo da terceira jornada.

"As duas equipas estão à procura de pontos, de melhores resultados, de subir na tabela classificativa, enfim, ambos queremos uma vitória. Somos duas equipas a pensar o mesmo: só a vitória nos interessa", disse o técnico, na antevisão ao encontro entre duas equipas que somam apenas um ponto cada.

Rogério Gonçalves acrescentou que quebrar um "jejum" de 33 anos sem vencer "é sempre um factor de motivação", considerando que pontuar é positivo, mas "bom é vencer".

Para tal desiderato, o técnico acrescentou que não vai "mudar a equipa em termos tácticos". "Não é preciso alterar muita coisa. É preciso é sermos mais rigorosos", justificando com os jogos contra o Sporting de Braga, fora, e o Paços de Ferreira, em casa, "onde a Académica merecia mais pelas oportunidades criadas".

Em relação à condição física da equipa, reiterou que os avançados Sougou e Miguel Fidalgo, ambos ainda a treinar de forma condicionada, "são recuperáveis para o jogo", embora ainda não possa contar com o mais recente reforço, Amaury Bischoff.

Sobre o internacional Sub-21, opinou que "é um excelente jogador, jovem, talentoso, internacional, enfim, uma mais-valia para a qualidade do plantel".

Já quanto à substituição do malogrado Bruno Amaro, com lesão para cerca de cinco/seis meses de recuperação, a mesma deverá recair no médio Paulo Sérgio, que já cumpriu um jogo de castigo. O técnico, no entanto, não confirmou sobre quem recairá a sua escolha.

Finalizou a conversa com os jornalistas, referindo que espera a chegada de um médio defensivo até 31 de Agosto, sem especificar o perfil e o mercado, embora já esteja referenciado.

O encontro entre a Académica e o Sporting disputa-se este domingo, no Estádio Cidade de Coimbra, às 20:15, com arbitragem de Jorge Sousa, do Porto.

Bischoff: Sub-21(Portugal - Suiça)

1-0 - 4' golo de Bischoff

Bischoff: Abdiquei da Liga dos Campeões para jogar na Académica

urpresa em toda a linha. Amaury Bischoff deixou o Arsenal, veio para Coimbra e ao Maisfutebol, nas primeiras palavras desde que se mudou para Portugal, atirou uma das mais interessantes declarações do período estival: «Abdiquei da Liga dos Campeões para vestir a camisola da Académica.»
Pois bem, o internacional sub-21 é, de facto, um reforço de peso para Rogério Gonçalves. O currículo não engana. Filho de pai francês e mãe portuguesa, Amaury começou a jogar no modesto SR Colmar e passou pelo Estrasburgo antes de se transferir para o Werder Bremen.

Na Alemanha fez apenas um jogo na equipa principal - substituiu Diego frente ao Celta de Vigo, na Taça UEFA - mas mesmo assim cativou o interesse do Arsenal e de Arsène Wenger. Na última época, depois de uma lesão complicada, participou em quatro jogos dos gunners. E esta é a principal explicação para esta decisão que o traz até à Cidade do Conhecimento.
«Quero jogar todos os fins-de-semana. Nesta altura, não é interessante para a minha carreira fazer parte de um plantel de um clube grande e depois não competir», vincou Amaury Bischoff. «A Académica é um clube histórico, tem bons jogadores e esta é uma grande oportunidade para relançar a minha carreira. Por isso decidi recusar convites de clubes que estão na Liga dos Campeões.»

Aprender a ser português
Amaury Bischoff nasceu em França, cresceu em França e representou a selecção gaulesa de sub-18. As ligações a Portugal são mais recentes. Em 2007, fruto da dupla-nacionalidade, optou pela selecção portuguesa.
Jogou pelos sub-20 e pelos sub-21. Participou em estágios da FPF e, naturalmente, teve sempre a influência da mãe. Portuguesíssima. Mas só agora terá realmente a possibilidade de adquirir a real percepção do que é o nosso país. Do que é ser português.
Para já, ainda nem a língua de Camões fala. Mas garante estar a par de tudo o que se passa no campeonato nacional. «É uma liga muito competitiva e vou ter a oportunidade de jogar contra grandes clubes, como o F.C. Porto, o Sporting e o Benfica.»
Curiosamente, em Março, Bischoff admitia vir a alinhar em qualquer um dos grandes.
Mais próximo do olhar de Queiroz
Neste rumo que agora toma, Amaury Bischoff tem em vista também outro objectivo: convencer Carlos Queiroz e chegar à selecção A.
«Fico mais próximo do olhar do seleccionador. Vou dar tudo para que ele repare em mim e eu possa ser convocado», concluiu o jogador da Académica de Coimbra.

27 de agosto de 2009

Amaury Bischoff: “Estou muito feliz por estar na Académica”


A temporada 2009/2010 marca então um novo desafio na carreira de Amaury Bischoff, que chega a Coimbra com enorme vontade de triunfar com as cores da Académica. Em declarações exclusivas ao site oficial dos “estudantes”, o médio de 22 anos disse estar “muito feliz” por ter chegado a acordo com a Briosa, adiantando que o seu maior objectivo é jogar com regularidade.

“É um novo desafio para mim vir para a Académica. Estou muito feliz. Tenho 22 anos e é importante estar a jogar nesta altura. O meu grande objectivo aqui é jogar todos os jogos. Preciso de jogar e depois quero levar a equipa a muitas vitórias, mas também sei que não será fácil. Quero jogar, ajudar a Académica, marcar golos, fazer assistências… No fundo, quero ser feliz aqui e depois não escondo o objectivo de chegar à selecção nacional.”, disse o novo reforço dos “estudantes”.

Bischoff afirmou ainda “estar impressionado” com as condições que o clube oferece, elogiando ainda a maneira como foi recebido pelos restantes jogadores.

“Estou muito impressionado com as condições do clube. O Estádio e a Academia são muito bons e os jogadores receberam-me bem. Foram muito simpáticos e puseram-me logo à vontade. Estou optimista e acho que vamos fazer um bom campeonato este ano.”, continuou.

Como já foi referido anteriormente, Bischoff já passou por grandes campeonatos europeus, chegando agora a altura de se estrear na Liga Sagres. O jovem jogador da Briosa disse que o campeonato português é “muito competitivo”, afirmando que é “importante” jogar em Portugal nesta altura da sua carreira.

“É verdade que já joguei em clubes como o Werder Bremen e o Arsenal e cheguei mesmo a actuar ao lado de jogadores como o Diego e o Fabregas. Aprendi muito com esses jogadores e ganhei experiência. Mas também sei que a liga portuguesa é muito competitiva, pois tem sempre equipas na Liga dos Campeões. Acho que é muito importante para mim estar aqui e quero jogar bom futebol.”, afirmou o jogador.

Para terminar, Amaury Bischoff deixou ainda uma mensagem aos sócios e adeptos da Académica.

“A Académica é um grande clube, que pratica bom futebol. Muitos bons jogadores já passaram por aqui e eu quero ser um deles. Também gostava muito que os adeptos fossem ao Estádio. Nós, jogadores, também temos de fazer os adeptos felizes e esse também é um objectivo para mim.”, concluiu.

Amaury Bischoff assina pela Académica

O médio internacional sub-21 português Amaury Bischoff é o mais recente reforço da Académica, assinando por dois anos com o clube de Coimbra. O jogador, de 22 anos, que defendia as cores do Arsenal na época transacta, chegou a acordo com os “estudantes” depois de hoje ter realizado os habituais exames médicos.

Recorde-se que Bischoff já passou por diversos campeonatos europeus, chegando agora à Liga Sagres com a camisola da Briosa. Foi em França que o agora reforço da Académica iniciou a sua carreira, mais precisamente no RS Colmar, transferindo-se depois para o Estrasburgo. De França para a Alemanha, e com apenas 17 anos, Bischoff defendeu as cores do Werder Bremen até à temporada 2007/2008, conseguindo subir até à equipa principal do clube alemão. Aí, o jovem jogador chegou mesmo a estrear-se nas competições europeias, mais propriamente nos quartos de final da Taça UEFA.

Depois da aventura na Bundesliga, Bischoff foi referenciado por Arséne Wenger para ingressar no Arsenal, algo que se tornou uma realidade na temporada passada. Nos “gunners”, o internacional sub-21 português jogou em todas as competições internas inglesas (Premier League, Taça de Inglaterra e Taça da Liga), jogando por cinco vezes pela equipa principal.

O talento do jogador não passou despercebido aos responsáveis pelas selecções portuguesas, tendo Bischoff já actuado pelos sub-21 nacionais e pela equipa B da equipa das quinas.

Camisola 7 à espera de Bischoff

Está assim encontrado e apresentado o novo reforço da Académica para a temporada 2009/2010. Amaury Bischoff é reforço para os próximos dois anos e vai vestir a camisola 7 dos “estudantes”, uma das que ainda se encontravam disponíveis.

A Briosa regressa amanhã, sexta-feira, aos treinos, numa sessão de trabalho que decorrerá no Estádio Finibanco Cidade de Coimbra, com os primeiros 15 minutos abertos a sócios, adeptos e comunicação social. No fim do apronto, o treinador Rogério Gonçalves fará a antevisão da partida frente ao Sporting.