Depois de ontem ter vencido o Pampilhosa por 2-0, a Briosa entrou hoje em campo com um onze completamente diferente daquele que tem vindo a ser habitual nesta pré-época. Com alguns dos jogadores mais utilizados na bancada, até foi a Académica a primeira a marcar.
Logo aos 4 minutos, Miguel Fidalgo estreou-se a marcar com as cores da Académica, aproveitando para finalizar da melhor forma uma jogada de ataque bem delineada por Sougou. Estava feito o 1-0 e a partir daí só deu Briosa.
Os “estudantes” foram donos e senhores do jogo e por várias vezes estiveram perto de fazer o segundo. Miguel Fidalgo, Traquina e André Fontes bem que poderiam ter feito o gosto ao pé, mas algum azar e a eficácia do guardião contrário, Mikael, evitavam o avolumar do resultado.
A equipa de José Viterbo pouco ou nada incomodou Ricardo e foi com a vantagem mínima que a Académica foi para o descanso.
E se os primeiros 45 minutos foram de total domínio dos “estudantes”, na etapa complementar a história do jogo foi idêntica, apesar do maior atrevimento da equipa da casa.
Rogério Gonçalves efectuou algumas alterações que acabaram por quebrar um pouco o ritmo de jogo e foi assim que o Tocha aproveitou para chegar ao empate. Um lance de contra ataque da turma de José Viterbo daria o empate a uma bola, isto depois de George ter aproveitado um cruzamento vindo do lado direito do ataque.
Mas a Briosa não se deixou ir abaixo e sempre acreditou que a vitória seria possível. As oportunidades de golo sucediam-se e foi já a 10 minutos do fim que Diogo Gomes faria o 2-1 final, após um cruzamento de Pedro Costa que o brasileiro não desperdiçou.
A partida chegava ao fim com mais uma vitória da Académica nesta pré-temporada, a primeira com o equipamento oficial.
Dois jogos em dois dias e duas vitórias para a Briosa, que agora volta a entrar em campo no próximo sábado, no Torneio Cidade de Espinho.
Complexo Desportivo da Tocha
Jogo Amigável
20:00
Jogo Amigável
20:00
UD Tocha: Mikael; Ricardo Freixo, Mauro Paula, Gonçalo, Telmo; David, Curto, Da Costa, George; Custódio e Fábio.
Suplentes: Diogo, Marques, André, Ricardo, Paulo Bio, David, João Morais, Geovane, Maricato, Zé Duarte, Veríssimo.
Treinador: José Viterbo
Académica: Ricardo; Pedro Costa, Amoreirinha, Berger e Emídio Rafael (Éder, 66´); Jonathan Bru, Diogo Gomes e André Fontes; Sougou, Traquina (Scot, 66´) e Miguel Fidalgo (Vouho, int).
Suplentes: Rui Nereu; Scot, Orlando, Éder, Vouho, Tiero, Hélder Cabral.
Treinador: Rogério Gonçalves
Árbitro: Luís Coelho, coadjuvado por Hugo Antunes e Paula Teixeira
Disciplina: Cartão Amarelo a André Fontes, 35´; David, 39´
Ao intervalo: 0-1
Resultado Final: 1-2
Marcadores: 0-1 Miguel Fidalgo, 4´; 1-1 George, 63´; 2-1 Diogo Gomes, 79´
"Segunda linha" da Académica
ganha com dificuldade
O golo da vitória surgiu da cabeça de Diogo Gomes, após
um primeiro tempo em que foi grande o desperdício
um primeiro tempo em que foi grande o desperdício
Pouco mais de 24 horas depois de ter derrotado o Pampilhosa por duas bolas sem resposta, numa partida que teve lugar, no Bolão, à porta fechada, a Académica voltou a ter ontem um jogo particular, desta feita, na Tocha, frente à equipa local. Só que se na véspera Rogério Gonçalves utilizou um “onze” muito próximo daquele que deverá ser titular, dia 15 em Braga, na ronda inaugural da Liga Sagres, ontem utilizou uma “segunda linha”, com alguns dos jogadores que podem intrometer-se nas escolhas iniciais.
A vitória academista era, de algum modo, previsível ou não estivesse do outro lado um conjunto que milita no escalão terciário. No entanto, sem deslumbrar, os estudantes cumpriram o seu papel, ficando a dever a si próprios um triunfo mais expressivo.
O golo inaugural apontado por Miguel Fidalgo, após um cruzamento de Sougou na direita, parecia ser o prenúncio de uma goleada, mas o mesmo dianteiro (por duas vezes), André Fontes e Traquina falharam o alvo ou viram Mikael (o melhor dos 45 minutos iniciais) parar os remates.
Apesar da superioridade, o resultado ao intervalo era apenas de uma bola a zero.
Grande susto
Foi menor a qualidade dos academistas após o intervalo, assim como o número de ocasiões, períodoem que Rogério aproveitou para testar Amoreirinha como “trinco”, recuando Bru para defesa central.
A Briosa sentiu muitas dificuldades para reagir a este enorme “balde de água fria”. O treinador dos “capas negras” lançou Vouho, Scot e Éder neste período, mas seria o médio Diogo Gomes a fechar as contas.
Um resultado que se aceita perfeitamente, embora seja justo realçar a atitude corajosa do Tocha, que promete fazer mais uma temporada interessante no Campeonato Nacional da 3.a Divisão.
A vitória academista era, de algum modo, previsível ou não estivesse do outro lado um conjunto que milita no escalão terciário. No entanto, sem deslumbrar, os estudantes cumpriram o seu papel, ficando a dever a si próprios um triunfo mais expressivo.
O golo inaugural apontado por Miguel Fidalgo, após um cruzamento de Sougou na direita, parecia ser o prenúncio de uma goleada, mas o mesmo dianteiro (por duas vezes), André Fontes e Traquina falharam o alvo ou viram Mikael (o melhor dos 45 minutos iniciais) parar os remates.
Apesar da superioridade, o resultado ao intervalo era apenas de uma bola a zero.
Grande susto
Foi menor a qualidade dos academistas após o intervalo, assim como o número de ocasiões, período
A Briosa sentiu muitas dificuldades para reagir a este enorme “balde de água fria”. O treinador dos “capas negras” lançou Vouho, Scot e Éder neste período, mas seria o médio Diogo Gomes a fechar as contas.
Um resultado que se aceita perfeitamente, embora seja justo realçar a atitude corajosa do Tocha, que promete fazer mais uma temporada interessante no Campeonato Nacional da 3.a Divisão.
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